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sábado, 25 de julho de 2015

Angústia

A minha angústia é uma janela entre aberta.
Porque fechada, é como uma estrela distante;
Nos sopros arrepiantes da vida...
Uma onda induzida pelas tempestades,
A julgar- se o que sempre julguei!
Nas pérolas da minha angústia,
Da vida que vivi, que vivi sopro que soprou.
A angustia desta maldita sina.

Na minha estrada onde o meu caminho soprou.
Soprou no horizonte de uma auto-estima,
Nas manhãs mais loucas que a própria loucura...
Vive a viúva mais angústia-da que a noite;
Eras tu, sim tu, quem me escreve,
No brilho dos meus amores e que ama teu amor,
Que ama este teu triste pensar.

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