Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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domingo, 26 de julho de 2015
Gotas De Uma Ausência
Seria os teus olhos rasgos de água?
Em lágrimas que deixam as tuas marcas.
Foste embora com uma gota gelada,
Na tua pele quente de amor.
Quando eu sentiria a tua ausência,
Na minha cama cheia de flores quebradas;
Dou-te uma rosa com espinhos,
Para deixar de sentir o vazio da sua ausência..
Ó ausência, tua voz que oiço pela manhã.
Como se numa noite gélida de palavras,
De um poeta que ama...
Porque o teu corpo se sente frio;
Ó luz do meu luar.
Ó gota da minha solidão,
Os meus olhos rasgos de água.
Chora a tua ausência!
Eras estrelas perdidas.
Que o teu mundo ignorou do vazio.
Gelado como a noite chorosa,
E ama teu pensar...
Hoje nada sou se não uma manhã,
Que anjo que enxergo...
Será na tua ausência que fala a minha alma!
Sinto falta desse olhar maduro.
Para te sentir aconchegado.
Para matar essa paixão que me queima,
E me deixa triste assim,
Ó ausência minha Ausência que de mim
Me estás a matar!
Mata esta luz branca, que faz meu olhar enevoar,
Esta luz branca, e me fala do meu tardar...
Era o meu porto distante.
Nessa distancias do meu corpo;
Vivo sempre ao seu lado
Marcas da tua ausência,
Era gotas de uma grande marca
E quem marca, ama, e me isola de ausência.
Só nesta gota derramada, e quem sofre naufraga,
E sempre de coração perdido!
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