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sábado, 25 de julho de 2015

Uma Faca No Meu Coração

   
Nunca pensei em ti como hoje penso;
Não te sei explicar, é como se algo em ti
Fizesse subir um fogo ardente até ao meu coração.
Não sei, é como se o sol ganhasse cor,
E a lua fosse o manto que me cobria nas noite gélidas,
E de repente, tudo ficou escuro como se uma estranha névoa
Cobrisse de cinzas o rosto dia a pós dia.
E quando eu olhava para o chão;
O seu sangue derramado nos braços de uma esperança
É como se outrora voltasse pró passado, não sei,
Juro que não sei, ao fundo dessa rua estava uma cobertor
Cheio de sangue e de umas gotas de lágrimas.
Era o meu coração com uma faca espetada;
E cheia de espinhos entranhados
Pelo céu negro coberto de luto.

Ó rainha invasiva, de estranhas conclusões.
Rainha de um castelo longínquo, no fundo do mar morto,
Lago distante trazido de sangue derramado pela dor.
Eras tu, quem de mim tinha dor;
E me fazia chorar alma cansada e sombria
Das minhas memorias vividas,
Rainha cansada e morta, na dor que deveras sente!

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