Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
O Silêncio De Portugal
Estava eu ali encostado, nada se ouvia.
A não ser um silêncio que abafava até a respiração.
Ainda que fechavas se os meus olhos,
Que o sono seja a voz iludida sobre os rasgos de um povo;
No entanto, bastava ouvir um zumbido,
Que o silêncio logo cobria a luz do dia
Nas assombrosas marés de Portugal!
Logo ao entardecer, ainda que encostado
Aquela parede, o meu sonho predominou
Até ao escurecer da noite.
No entanto, foi por ali que eu pensei para mim:
- Quem me dera puder voar, puder voar sobre
As terras que me viu nascer, sobre as águas
Que me virá cobrir as cinzas. Quem me dera
Que o povo de Portugal embarcasse sobre
Os horizontes.
Mas nada, nada me dera mais alegria que
Apropria felicidade;
Que cobrirá o coração dos portugueses.
Ó luto que não seja mais do que a ilusão,
Para que o pranto do fado não morra no silêncio
De Portugal. E que a voz seja sempre o orgulho
Do povo Português.
Eu embarquei sobre águas portuguesas;
Procurava sobre as abundâncias uma história,
A história que cobria as sufrágios
De um povo que sofria solenemente.
Mas os barcos estavam partidos, esburacados,
Como as estrelas que cairá sobre o manto
Da escuridão...
Mas um dia, um dia, não chegará para ti
Porque amar Portugal, é para todavia a vida,
Que ama e quem sofre, e quem sente mente
Que as águas salgadas marés de Portugal.
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