O silêncio invadiu aquela pequena cidade.
Onde aquele senhor, sim aquele senhor;
Mentia à esperança que estava na alma,
Para dar voz ao seu sentimento angustiante.
Pelas as brumas de um vento revelando
Todos os raios de um sol;
Tu, que mantens um jardim vindo nas ondas,
De um perfume que o vento me dá pela prenda
De que outrora brilhante, mas os lábios do um velho,
Velho que não é trapo, mas é apenas um senhor
Que trás o coração distante!
Senhor, porque você tem medo do tempo?
Que tempo devei ter passado;
Escondeste por de trás da lua.
Para que o medo seja a escola de um passado,
Pela as ondas de um oceano, onde o tempo passa,
Onde os barcos naufragam, e de um barco para o outro;
Que se afundou e levou o silêncio do lago morto...
Tu, que tens asas para voar...voar;
Até que o teu coração chegue ao infinito
De um tempo distante. De uma morte silenciosa,
Vinda de um tempo morto, de uma lago distante
Marinheiro que solenemente ficou triste.
Triste, teu triste pensar linear no barco;
Que se fundou e matou o marinheiro,
Dessas distância que há nas palavras de um senhor.
Que se sente mal naquela cidade longínqua de solidão.
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