Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
O Tempo Que Todavia Se Esqueceu
Esquecido no tempo, como todavia as âncoras de um barco.
Era talvez como as lembranças de uma insanidade,
Repleta de dúvidas. Mas o que me esquece, não são as palavras,
Ou um sentimento, já muito morto;
É como os caminhos que o vento sopra nas águas,
Sentidas dos mares de naufrago,
O sol é tão brilhante como o tempo, o futuro,
Que incrivelmente ardiam como boinas de umas lanças quebradas,
Pela força, que todavia ficou no coração de um rei.
Um rei que morto pelo sufrágio, que se ergue
Nas forças de uma mente perdido no tempo.
Certo dia distante para que outrora reclame,
Como se águas do mar distante, manchadas pelo seu sangue.
Foi tão desprezada e amargurada as lanças da ilusão,
E eu, que fechava os meus olhos que caminhava tão firmemente;
E sentia que a chuva era tão profunda como a mancha de uma castelo,
Assim perdida em tirania nos braços da sua doce mulher.
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