Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
O Final Do Mundo
À quem pense. À quem pense
que o mundo acaba porque Deus quer,
E o que Deus quer é acabar o Mundo?
Não, não me atrevo achar tal crueldade,
Pode acontecer. O mundo é um lugar onde
A humanidade chama de lar. Apenas que tal
Crueldade são cometidas, vades de sangue derramadas
Pelas ruas da minha cidade.
Mortes, brigas, drogas e as drogas,
Que são dum de um mundo obscuro...
Desajeitada a dor do meu coração;
Que chega a sentir o profundo sentido,
O mundo que deverás respeitar a natureza.
À por ai gente que se acha. À por ai gente que se acha.
Que fazem da minha arte a vida impropria sina;
Dos meus sentimentos mortes, e que sofra quem tem que sofrer,
Que morra quem tem que morrer!
A vida é a margem do rio, é saberes que o teu amor
Tem seguido as incertezas do teu coração,
É que o sangue que se espalha pelo as veias cortadas
Pelo o sentimento infortuno, do mar morto da minha saudade!
Ó saudade que te que tenho. Ó saudade que te tenho.
Em margens de uma ilusão do ilusionista,
Ó morte da minha dama. Ó dama da minha infância.
À quem feche os seus olhos, mas eu fechei o
Meu coração para não sofrer para não te avir chamar de amor,
A quem amor te chama na saudade da minha longínqua cidade.
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