Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sábado, 25 de julho de 2015
O Vento
O vento que soprou.
E levou os seus astros pelo o além.
Como seria suas águas;
Em terras que se soprou,
Era a terra que girava por cada segundo,
Superava-se as magoa a dor e da solidão!
Terra colhida em marés,
Que meu corpo colheu levou.
No meu corpo longe de mares e que se sumiu.
Ó terra que te vi nos teus braços arrepiantes,
Senti numa gota fria o sopro desse vento distante.
Pétalas caídas de rosas tão machucadas.
Seria essa ninfa a terra do meu horizonte;
Porque te vi, em meus braços arrepiados,
Senti uma emoção forte a força desse amor.
Ó terra que te acolheste. Ó lágrimas dessas noites
Contas as estrelas no fundo liso do vento.
Eras essas rosas caídas nos meus braços.
Caiam em terra firme em sonhos mal sonhados;
Não era esse barco ó oceano que naufraguei,
E levei o teu corpo quente no meu sentimento sofrido...
Perdi a volta ao mundo, porque perdi não o sei,
Estava nesta vida tranquila longínqua
Do fundo do vento forte e do acabar da minha vida.
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