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sexta-feira, 24 de julho de 2015

O Beleza Humana


Era em terras longínquas. Em terras longínquas.
Que vi a luz dos meus passos as lágrimas opostas
Pelo o passado. presente nas madrugadas.
- Onde eu exclamei: - Lua, Sei que as madrugadas eram a tua escuridão,
Onde a tua alma descaía pelo horizonte das tuas horas bastas.
Ai o teu olhar sereno, me falou.
- Olá caro senhor. sou a lua tua nua e mensageira mensageira,
falo grito e acredito, que a alma é do meu porto-seguro.
Nada esta escuro nem sombrio, apenas dei folga ás minha pequenas estrelas.
À entendo. Disse eu com o meu olhar inquieto,
sabe Senhora lua, não que seja inquietação, nem é uma profunda solidão,
Falar da beleza humana à beleza da minha gente.
Era um belo dia, um dia de cada dia, sem que seja dia a beleza que finta
No rosto da humanidade, eles são belos.
A beleza que não se vê, nem se infinita, com a cor de estrelas
E o olhar dessas mulheres. São mulheres tão belas,
São céus inacabados, será que ninguém vê aquilo que eu vejo bater...
E que bate o coração da beleza humana, os mares das imaginações.


Cada gota de chuva. Cada gota de chuva.
É a importância das folhagens,
É o vento que se sopra pelas terras que não são minhas nem tuas.
São as terras que foram descaídas pelos oprimidos;
que sufocam a beleza humana.Tal beleza são as profundezas
Que sobressaem dos seus olhos... Das âncoras presas no oceano.
E sol morto sem brilho do brio, mais obstinados e destinados,
As grandezas desse sol que dói meu peito machucado;
Pelas flechas mortas. Procurei as magoas da beleza negra,
E por de trás dessas palavras sabias, escondidas,
Assim pensaria a andorinha que voa... voa;
Sem que o destino seja o arco da minha infinita solidão!

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