Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
Essa Flor
Era a minha rua. A minha rua.
As borboletas que voavam...voavam, por este universo
Distante, sem que proa seja as folhas que seguem os
Ventos, que se sopram por este infinito!
Sei que é os teus olhos. Os olhos que me fazem enxergar
As margens de cada flor. Não, não existia em me perguntar
Tão exaustivamente e completamente apaixonado;
Por este jardim... Ele é um mar de rosas, é o jardim
Mais completo e belo que os meus olhos já enxergaram.
É como se a raio de sol é as margens da beleza,
Que me finta as mais puras cores do arco-ires.
Essa flor. Sim, essa flor.
É a flor mais bela que os meus olhos já viu.
Ela não é de cá, é de outra galáxia, de uma galáxia pura,
E coberta de palavras escritas por ele;
Quem será ele? - Não sei...
O que sei é que o meu coração não quer sentir o
Que sentia, o ódio, o medo, o vazio, o sofrimento;
Tudo porque o teu amor é o infinito longínquo,
Que o meu interno ser conheceu o jardim que ama e sente.
Pra lá dessa magia negra do amor que não é o meu,
Mas também não é o teu, nem de ninguém. Se não ilusão.
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