Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
As Estrelas
Era noite. Era noite.
Quando brilhava no céu nos tempos de guerra,
As manchas de sangue que clareava o céu de cinzento.
E era lá naqueles campos de guerra;
Que a esperança se levantava ao enxergar
A luz que se avistava no horizonte.
Era uma luz linda, uma luz que vem dos astros
dos anjos. A luz de outrora, que se avistava nas
estrelas. É ali que vem saudade de uma família,
Que não sabe se aquele seu familiar volta,
Ao se não a recebe por força dos astros a dor.
E é ali, ali e aqui que soldado olha naquela luz,
Escreve a sua angústia. Ó Deus meu Deus, diz-me Deus:
- Que Deus és tu, diz-me Deus?
Nos ventos que vem dos campos dos deuses,
Nos deslumbres das estrelas eu deixei o meu amor
A sofrer, já que és Deus, leva-me para casa para os braços
Do meu grande amor!
Estava eu no mar, quando de repente;
Se avistou uma estrela-do-mar.
Nos ventos da terra que deslumbrou os meus olhos,
Eu avistei aquilo, sim aquilo,
Que talvez foi as planícies da minha dor.
Era se não o meu coração a chorar,
De saudade, e de morte, a morte da minha estrela interna...
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