Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
Uma Flecha No Meu Coração
Escrevi tanto! Mas tanto, que em todavia
O meu coração se afogou em lágrimas.
Os meus passos fez o tempo parar;
As melancolias que arrastavam o arco-íris
Para as profundezas da minha solidão.
Parecia uma flecha quebrada dentro do meu
Peito, que ardia constantemente,
Sem que arranha-se o meu rosto.
No entanto, o meu corpo suado. Parecia
Um rio seco coberto de ouro,
Porque um vulcão cobriu toda a margem
Do ar que aquela interna amada escreveu
Por detrás das estrelas.
Numa praia, a margem foi coberta
Pelo vento vindo do leste.
Levantava o faraó todo o astral,
Do céu coração, para que o céu dividisse
Todo o esplendor do universo;
Que tinha tirado da sua alma.
Faraó por si exclamou:
- Ó mil gravuras, distantes das minhas palavras.
Ó mil poetas que em vós encontrei,
Levai estas flechas românticas para a minha amada...
Ainda que faraó chora-se, ou que chovesse,
Flores nos horizontes vindas das estrelas...
Era a felicidade vasta de um faraó,
E da sua amada sonhadora!
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