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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nesta Manhã Fria


Nesta manhã fria e ainda com
O palrar dos pássaros,
Com o cair das folhas.
O vento que soprava com a brisa
No meu coração;
Cairá uma flecha para te fazer ver,
Que para lá do horizonte os teus olhos ergam-se
o infinito da ilusão.

Cada passo da minha vida.
É tão clandestino com a alma;
Fazes parte da minha vida e nas lágrimas
Sagradas, fazes me sentir triste e tão triste.
Tão triste como o vazio cada palavra tua;
É a minha badalada como a manha da minha magoa.

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