Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
stat counter
sábado, 25 de julho de 2015
Anjos Ilusionista
Ó anjo que te avisto nas ondas calmas.
Desses oceanos que tinhas cobertos de penas de asas,
No muro das ilusões e do teu corpo quente que me queima.
E me ilude nas sombras da minha noite;
Não eras nem anjo nem noites, eras apenas distante
De um lenço o rasgado do espessa melancolia...
Que te pega nas lágrimas caídas dos rasgos
Que trás a ilusão do coração de um ilusionista..
Anjo que de mim gozas-te e que de mim virou pétalas.
Desta amargura ao teu protegido, que não era mágoa;
Eram anjos descaídos nas noites desiludidas de chuva
Que cai fortemente.. Era um zum... zum, zum...
Toda a noite o anjo ficou sem as suas asas para voar,
E para sentir uma leve brisa do vento a bater no rosto.
Sentia-se as pétalas derramadas como sangue;
Descaídas como uma faca espetada no meu coração.
O horizonte ilude a desilusão dos meus sonhos.
Para que perdesse agonia desta tristeza;
E perdia as folhas caídas nesta terra que ficava deslumbrada.
Pela noite dentro de um vento que vira um furacão...
Era um deslumbrar de uma vingança mas sem vingança
De um anjo, que se vinga pela felicidade evidenciada;
E que me iluminava nos olhos mais sangrados.
Pela dor do meu passado, previdência o futuro,
Deslumbrado pelo o papel dourado, dos oiros,
Do futuro desse céu longínquo.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário