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sexta-feira, 24 de julho de 2015

As Folhas Definhadas Em Memórias




Havia folhas definhadas nas memórias.
Como as recordações mais abstractas da minha vida;
Não sei o que mais pensar, porque o devo fazer,
É como um nevoeiro perplexo ao meu chão...
Talvez porque as minhas lágrimas derramam
Como um sopro colado, às impróprias melancolias
Do meu peito. Era como uma triste história,
repleta de um ramo, que já mais sairá no manto
De arvoredos a escapar-me da minha mão!
Seguirei como as vastas visões, o que bate na sua
dislexia, para que o futuro as folhas caídas,
Não cravem dentro do meu ser.
Ó vergonha das minhas profundezas lembranças;
Se cair os raios de sol, que seja o impróprio;
Sentido da vida, para que a vergonha...
Não seja mais que uma ilusão.
Quando dos teus beijos, quanto aos teus beijos salgados
Direi numa palavra não muito distante
Que nunca te amaria para lá da minha vida.


Hoje não posso esquecer, não posso esquecer o que és.
Porque te amo tanto, o quanto o tempo me deixe
Escrever nas folhas rasuradas. Nas mais vastas
Recordações de amor, amar é como uma palavra mais abstracta,
Que diz nas âncoras do meu desfalecer.
Porque o que sinto o bater no fundo da minha alma.
Como te esquecerei, sim, como te esquecerei,
Não direi mais nada, porque te amo internamente.
Quero ser mais que um poeta, quero-te ter;
Mas a vida nunca se esquece que brilhas
No pranto dos meus braços,
És bela como direi, mas falo baixinho a dizer:
- Morrerei ao anoitecer, porque leu o que dizia
As vistas mais distantes que o sopro da minha vida.

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