stat counter

sábado, 25 de julho de 2015

Rosas

   
Estava um dia muito quente.
E eu, bem eu estava a seguir as brumas
De um vento que soprado,
Era como as noites que os teus lábios
Fazias as estrelas brilhar.
Espera um passado, um passado
Que as rosas derramadas;
Sangrava de uma faca espetada,
nos meu peito de rosas..

Era um vento, um vento forte.
Que alimentava  a cada dia, a cada hora;
Nas manhãs que  acordava ao teu lado,
E tu, bem tu, eras um rio navegado
Na margem desse céu. Amo-te meu amor;
Incógnita a  minha alma transmitido na sua fonte.
Não chores, sim, não chores pega nesta rosa;
Para que a teu olhar frustrante alimente esse amor,
Imenso nas noites ardentes de quem te ama,
Quem ama sente que deverás sentir o amor distante
 E leve como uma gota fria murchando essas rosas!

Desculpa, sim desculpa. minha manhã nublada,
E cheia de ventos que há distancia aparece nos sopros
De outrora... Ventos, ventos que numa felicidade,
De uma alma que se perde nos teus braços,
Manhã calma, fria de todas as noites...
Ama, amor sonolento que sente,
O fundo da tua magoa e dor.
E espinhos de uma rosa!

Teu porto, teu rio nos beijos de um horizonte.
E eu amo noites calmas e frias,
Gélidas na noite flutuantes que ama as rosas;
Da sua pureza. Era um rio dum jardim que te dei,
Na margem das gotas dos teus olhos
Amo-te, amo-te meu amor
do fundo da minha alma. na prosa de uma rosa.

Sem comentários:

Enviar um comentário