Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sábado, 25 de julho de 2015
Tristezas
Porque te sinto tão só!
Tão triste, nesta cidade a leste do meu país.
Que nome dou se não uma solidão,
Esta vida não tem vida sem falar com ninguém,
Olho nos teus olhos e os teus espinhos...
longínquo sofrimento, se não falar a leste;
Ao a agreste do meu horizonte,
Meu coração bateria na cavalgada da minha tristeza!
Ouvia-se tantas historias,
Que de tantas historias eu não ouço;
A leste dessas terras, ouvia-se a terra da sua cavalgada.
A leste dessa terras, as terras das suas lágrimas sofrerias,
As folhas da minha cidade agreste desse coração,
Do sofrimento da sua cidade.
O cavalo ouviu-se o o teu teu pedido.
O cavalo cavalgou a para socorrer,
Ouvia-se a sua voz o ar do seu pulmão;
Estou tão cansado, que até cansado me sinto.
Oiço no silencio do meu sonho,
O profundo silêncio do meu coração!
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