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sábado, 25 de julho de 2015

A Floresta



Eram anos sem fio à procura de imperfeições.
E fogo alastrava-se por ai, eu via, tu vias o que sentia;
Uma névoa de escuridão e das profundezas
Do meu dia-a-dia. O teu sorriso que alastrava as palavras
Sobre palavras que voam pelo vento do meu tédio.

Mentira é mentira que o fogo se alastrá pelo margem
Da minha saudade, em estrelas cadentes e frias.
Que dizia e sentia os rasgos dos meus olhos;
Era o que dizia quando via a floresta a ser queimada
Desbastadas, e nós, sim nós. Que respiramos daquele ar
Que vem da brisa que voa, voa, Voa pelas as estrelas
E pela a lua, e lá, bem lá no céu perto da lua cresceu o fogo.
Que se cruzava pela a encruzilha-da da minha saudade,
 Eu morria na desbastação da floresta!

Ainda que eu leia as palavras da carta que deixaste
Junto ao meu travesseiro, o meu coração explodia de emoção,
Era como se o tempo parasse nesse e fogo.
E se o fogo fosse da ilusão da minha cabeça;
E tu, sim tu, que tinhas tinta de oiro para fazer a floresta acreditar.
Que eu, sim eu, não fosse se não o sonho que queimou a beleza,
Que já mais a lua terá no seu pranto.

Ó terra morta induzida pela a mentira.
Ó terra morta que a mentira te troce e que a saudade te criou;
Não era o que pedi, nem o que desejei em ouvir,
A nuvem clareada de imaginação e quem criou a paixão.
Foi quem amou e matou a ilusão, de um fogo da floresta
E da natureza morta...
Não, não é a verdade, a verdade é mais nua que a tua visão;
E mais próspera que o verdadeiro sentido da verdadeira sentido
da palavra, que quem amou e se queimou com falta de humanidade,
Foi os criadores a floresta que nos dá vida, e que os seres
Humano existem nessa onda de crueldades, e sem coração.

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