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sexta-feira, 24 de julho de 2015

No Fundo Do Meu Ser



Era uma intelectual e vasta maneira de pensar.
O cansaço é como uma chamar ardente;
Que desliza pelo corpo Sedado pela determinada lágrima
Do meu passado...
Um dia, os meus sonhos foram definhados pelos espinhos.
Como os caminhos longos que tenho a percorrer,
E sem uma luz que se possa enxergar o fundo do horizonte.
Porque em várias distâncias é de um cumprimento;
De uma saudade que me faz flutuar pela imensidão do universo.
Procurei nos vastos e determinados lugares as âncoras,
julgadas pelo azulado céu o esplêndido sentido do meu ser...
Porque o fundo do meu ser é como as profundezas do meu reinado,
Que abraça o teu corpo nu, e se afunda nas pequenas gotas
Do meu coração.


O fundo do meu ser. Na fenda do meu tardar.
É um veneno inquietante no meu peito,
É como um campo verdejado que se infiltra nas células,
Mais obscura que o fundamento do meu interno coração;
É como a frustração, que invadiu o meu leito
E que devastou todos os meus sonhos,
Para as planícies de uma galáxia, que se apoderou
Do manto da minha riqueza. Era como os teus olhos de oiro,
Que faziam os meus entardecer, pelas pegadas e esplendorosas
Estrelas que iluminam os palro da tua voz.

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