Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sábado, 25 de julho de 2015
Teu Coração
Pensei em ti como todas as pérolas de oiro,
Que faz de mim um anjo. Anjo,
Não, não sou anjo nem estrelas.
Que de mim deslumbras nos meus radares
Em noites deslumbrantes da minha alma,
Pensa em mim, sim, pensa em mim;
Porque em ti estou a pensar.
No teu coração que bate fortemente,
E que nas terras que tremia meu corpo
Desejando escorrer as minhas mãos pelos teus seios.
Que pensou no fogo ardente e no silêncio do porto morto.
Não pensei em ti, porque não sei como te dizer.
Não sei como te dizer o que vou-te dizer:
- O que bate em ti não é menos que este amor infinito.
Em noites deslumbradas e nas manhãs
Que de mim faz pensar no teu amor,
E o teu coração no meu coração
Dos barcos que te vejo em ilhas longínquas;
Amo-te dês a noite que nós naufragados,
No fundo do oceano distante que de mim perdi!
Não sei, como sob-julgar-te nas noites calmas
E deslumbrantes de estrelas. Pensei nas musicas brandas,
Eras tu, sim tu. olhava-te nas pétalas fintadas nas manhãs
Hoje em ti, amo-te, porque penso em ti.
Noites que de mim desfaz amanhã calma,
Alma o céu deslumbrante.
Fintava-te a tarde deslumbrada.
Como as fintas de outrora fintas-te.
Nas pétalas dos cravos de outrora;
Fintava-te e amas-te o quanto quiseste,
De manhã do teu coração,
Amo-te, amo-te ao ponto de te querer...
No fundo da minha basta vida,
E das minhas profundezas melancolias.
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