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sexta-feira, 24 de julho de 2015

A Minha Infância



Ó tempo?! - Quanto tempo me dás?!
Ainda que a minha infância seja uma recordação;
De uma cidade perplexa e coberta pelo assombroso silêncio.
Em cada dia, os céus estão cobertos pelo o medo do coração.
Ainda que estivesse no sopro do meu ser, ou pelas ternuras do horizonte.
Começava a clarear nos meus olhos, as imagens era uma fusão
Do universo. Com a linha definhada pela galáxia.
Será?! -Não, o que poderá ser aquela imagem?
Que imagem que enfeitiça todos as batidas, e âncoras quebradas
Que atiras-te ao mar. Talvez sim, talvez não.
Quem sabe o que vai na infância de um poeta?
- Quem sabe o que escreve um poeta.
Nada, a imagem é a semelhança do meu coração que ama dês de criança.


Ainda ontem, atiravas sobre o pranto que enriquecia o sol.
Brilhava constantemente ao ponto de mentir que nem gente;
Escrevia a infância, a infância que dita pela magia,
E das asas douradas, prontas a reflectir a parir do oceano.
Quererá Deus provar aos céus que os poetas na terra têm o seu leito;
Que aquece aquela criança, que baloiça dês da sua existência e
Nas melancolias dos deuses e dos céus.
Quem quererá ler o que escrevo, se o que escrevo é o livro do meu ser,
E não sou poeta, nem sonhador, é mais que um ser apaixonado.







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