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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Uma Onda brava


Era um sentido de vida,
Que eu fecha sem sentido.
levava nesta triste sina,
A vida que não a minha;
E peguei nos teus beijos fortes e
Doces que nem mel, naufraguei no oceano
Para não te perder,
Mas vim te dizer, que me apaixonei...

Oceano que me a calmas-te.
Oceano que me chamas-te
Tens força de poeta;
Leva-me nos teus braços robustos,
Para o infinito...
Porque neste mundo obscuro sinto;
Que faço parte de um grande labirinto.
Não sei se é longínquo, o amor que sinto!

Choraste e choras pelo o rio que vez.
Mas estas na sombra de um jardim,
Não árvore de uma poeta, que esta a renascer.
Nem a dor a sinto, sou mais distante que essa onda,
A dor que absinto...
Porque sentes tal dor oceano que avistas-te,
Vejo cada vez distante;
O horizonte tão bonito!

Não! Porque te aprendes a mim?
Se a mim só sentes o meu corpo frio,
Porque te prendes a mim?!
Gélida onda como estas que passam,
Mais bravo, que o vento, mais assoprado;
Que vejo no oceano que naufragou...
Sinto que te perdi!
Sinto que te perdi!
Porque foste embora?
Com o lago sem ondas, para naufragares.
E agora queres voltar,
Para voltar a sentir essa gota vazia.

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