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sexta-feira, 24 de julho de 2015

A Verdade Do Meu Coração


Num dia de sol, tu pairas sobre o meu coração.
Onde as terras que se afirmaram como um espelho;
Na semelhança de uma âncora espetada no meu peito,
De uma janela aberta. Porque fechada!
Sei que é como um reino proibido, que tenta se infiltrar
Nas vastas e tenebrosas sombras do universo.
Porque os meus lábios, tentam esquecer as pétalas
Que são a verdadeira razão. Porque te amo...
Se a noite é uma luz inesquecível, então os teus
Assombrosos abraços é como um caminho inatingível
Para entrar no teu coração e escrever que nunca te esquecerei.


Estava naquela terra onde pegava a pá,
Cavava e cavava onde começava aparecer um buraco.
Era tão escuro que parecia as profundezas da terra;
Ou algo semelhante!
Talvez seja um vazio, ou perplexo,
Dos meu olhos, mas a confiança se ergueu pelo o horizonte
Que assume pela linhas da minha alma, para te ver.
Mesmo que o mar não queira entender,
Que os barcos que sofreram pelo o sufrágio, os mortos que por
Ali boiaram eram filhos de alguém e pais de alguém.
No entanto, mesmo que o sol, o sol não queira brilhar
E que alguém sofra da mesma sonolência, que conte as estrelas
Aquilo que eu conto a verdade do meu coração!

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