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sábado, 25 de julho de 2015

A Minha Estrada


Na amanhã de ontem.
Numa onda que girada de pétalas.
Ó porto meu porto, estrada do meu caminhar;
Porto que me guia sem sentido,
Sou eu, sou eu, quem te devora.
Estrada que  guias,
Fontes do meu coração!

Ó pedras do meu caminho.
Ó ondas da minha maré.
Leva-me com o vento;
Para nunca mais te ver!
Sou oiro e que brilha,
Ao fundo dos teus olhos;
Que brilha na estrelas,
Do fundo da minha alma.
Perdido como estrada,
Perdido como as minhas fontes...
Olhava nesta maré distante,
Que enxergo no fundo dos horizontes.

Olhava tua pele, e lá...
Sim lá,  eu enxergo nos teus olhos.
O amor que te dou.
Ó amor?! - Que amor que te sinto;
Se não este amor que que te dou...
Amo-te por estares tão distante de tudo,
Do meu querer este amor de criança.

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