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sábado, 25 de julho de 2015

A Morte Da Minha Alma


Hum dia a vida foi com o tempo
O tempo que encurtou  a vida,
Cada dia em sua vida, não menos que essa vida.
Deu tempo para viver naquela época;
 Foi dia de falar com a vida,
 E de perguntar  ao tempo:
 - Tempo, cada dia é tempo dás-me tempo
 Para ver com a minha amada? - Diz o tempo:
 Eu com o tempo, tempo eu te dou;
 Só não sei se o vento da-te tempo,
 para sentires estas emoções.
 Ó vento que falei, da-me o tempo
 Para amar, da-me tempo por favor,
 Deixa-me sentir o que sinto,
 Não preciso de tempo, nem do vento.
 Pois a morte chegou, e  levou a minha alma.

Quero um dia a cidade perseguir.
Quero sentir a brisa do vento,
Que segue a leste, perdi o tempo;
Mas não para a minha alma,
Segui o meu coração que amei
Para amar o seu pranto,
Hoje eu não sei, amanha talvez.
Quem sabe da fúria,
Ó fogo do meu coração...
Dou-te a minha vida,  dou-te as minhas lágrimas
Ó dor da alma fria. gélida e pálida memória,
A morte da minha alma!

O tempo faz um único sentido;
Ó morte da minha lágrima,
Senti a minha alma a beira da morte...
Tentei o seguir o vento,
Para noite ver o meu luar.
Para viver o tempo que encurtou
O sopro da minha vida!

 

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