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sábado, 25 de julho de 2015

Os Teus Abraços

Quero a vida,
Quero a alma;
Quero o sol,
Quero os teus abraços.
Quero teus beijos,
Quero teu amor;
Quero teu calor.
E a vida que quero te amar!

Ai como eu quero.
Ai como eu peço teus beijos;
Teus abraços que me alouque-se,
Todas as manhã geladas da solidão,
Que me faz esquecer a neve.
Que se entranha nas minhas paredes
Que fazem um eco tão alto;
Sempre ouvirei tua voz na distancia destas parede,
Que ilude o meu triste pensar e que me faz sentir velho.
Que nem oiço o que penso nem a voz de te quer no fundar
Do horizonte que só escuto a silêncio da minha solidão.

Estava aqui encostado à parede e uma voz se ouvia.
Desculpe! - Sim desculpe.
- Poderei saber porque está ai tão só?
Estou velho e cansado nem oiço ninguém,
Só escuto o senhor, o  Sr. Silêncio!
Entendo a sua dor, que dor que poderá sentir;
Não ter abraços e amor é o mesmo que ser a ilusão,
Em que falas tão só, que não vez que não esta ninguém.
No quanto te julgas só que julgas falar com a solidão.

Estou tão velho que já nem me vejo a sorrir.
Encostado ao fundo mundo, que só fica na minha cama;
Não, não estas tão só, olhas que luar tão deslumbrante,
E aproveita para conversar com as estrelas.
Sabes estrelas. Hoje tudo é cego neste mundo obscuro...
Não  à mundo longínquo nem o cansaço do anoitecer,
Porque me sinto tão velho, Nem amparo tenho;
Sou só o idoso dizer: - O silêncio inquieto nesses teus braços.

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