Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sábado, 25 de julho de 2015
Noite Escura
Está uma noite escura,
Uma noite absurda de luz.
E a minha gente,sim, a minha gente nada fez;
Nada grita naquela noite,
Que tu tanto medo dizes ter...
Eu acredito em ti e nas voz que de tanto falas
Em ouvir por ai, derramas no sono vivido;
O sono soletre no obscuro mundo.
Tuas palavras são palavras;
Teus versos recheados de amor...
Tu, que de mim fazes papel escorrer
Tintas as mágoas da minha cidade,
O noite da minha cidade!
Porque me tanjas tu?!
No jornal que sai as palavras da minha morte;
Inocente e fracassado sentido, que dizes sentir,
Nessas noites escuras.Na noite que mal dormi.
Quero seguir a noite e dizer-te nas estrelas,
Que não tem lua, tem versos de um poeta.
Não existe droga nem drogados, existe dor
Nas fatigado ruas da viúva que me escreves;
Na noite profunda e escura. Na hora do seu luto!
Ó noite que foste a minha melhor lembrança,
Falas no teu silêncio no jornal da minha alma,
Sempre acreditei no teu ser e no amor que mais senti...
Nessas noites frias, noite fria, amor da minha infância.
Na escuridão das badaladas do meu eterno dia.
Minha cidade negra,
Mais obscura que a verdade.
Cidade do meu porto
Cidade da minha infância!
Escreves-me um verso;
Sobre noites e poetas,
Dizes versos tristes...
Drogado não o sou,
Sou dor do mar morto.
Nessas noites escuras!
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