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sexta-feira, 24 de julho de 2015

O Universo


Se pensa-se em ti, como hoje penso nas horas bastas.
Pensaria que o amanhã, era uma morte lenta sangrenta;
De memórias internas. Dizia-me nas mais obstinações
Que o universo, é uma simples bola que gira
Por cada segundo, ai eu entenderia que as folhas
mórbidas e peculiares, as mais lestes sorrisos
do meu passado.


Um dia, só um dia me faria entender,
Que uma maré cheia de luares
E os sorrisos mais falsos, porque os teus olhos
É quase o secar o mar...
que me faz naufragar nas terras longínquas
Do teu corpo, pensaria, não, diria com toda a certeza;
Ó mulheres da minha terra. Ó fontes do meu luar,
Dou-te meu coração, a mote mais profunda da minha infância.

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