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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Palavras Soltas


Desconfio da minha própria sombra.
Desconfio da minha própria sombra.

A verdade é tão sinistra como a pureza da minha alma.
Solta-se as palavras, navega-se no mar-auto.
Desconfia-se do nevoeiro vindo expoente das asas;
Escassas melancolias escorregando o seio do meu rosto,
Assentado há sombra bananeira, é tão triste o quanto
Se espera, pela sinistralidade que um amor possa ser antigo!
O passado em si prometeu reencontrar nos raios de uma ideia
Vastas pedras caíram duma estrada longínqua,
Mas a verdade, a verdade, promete em si um oceano
Redescoberto o cristal de mulher excepcionalmente linda,
Crescida no coração da cidade.

Desconfio da minha própria sombra.
Desconfio da minha própria sombra.

Olhando sempre para o espelho, me pergunto constantemente
Qual é o verdadeiro sentido da vida?
Deus criar a terra aos olhos da humanidade, das flores cresce
Os aromas para sentir-se a pureza do ar, do chão, sente-se a firmeza
Da vida, da terra cultiva--se os alimentos, da chuva rega-se corações,
Das pedras constrói-se paredes, do céu move-se montanhas,
Das árvores nasce a madeira, e do rio protege-se as margens e os seres
Impensáveis; Desconhecidos pela humanidade.
No entanto, a vida continua, as duvidas serão uma realidade vasta nos nossos
Dias. E se te esqueceres de alguém, esquece alguém que não vejas, que não ames,
Por quem não chores, e se chores que seja por mim.
Não! Não, traias este amor perfeito, não enfeites as vértices da minha testa,
Mas faz crescer nos ângulos do meu corpo as vertentes do meu eterno amor




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