Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
A Chuva
Hoje esta a chover.
Que caia essa chuva. Cai neste inverno constante;
Deixando as flores saciadas de uma cede, o pranto era tão
Parecido com o paraíso;
Mas as asas definhadas de penas que iludiram o sopro desta bela cidade.
Aqui estou eu, é verdade, aqui estou eu parado.
À espera que a chuva pare de me molhar. Se não parar,
Ao menos que seja para limpar todos os espinhos
Da minha alma...
Varriam nos mais límpidos desejos no meu escrever, escrevo de uma
Alma pura, numa folha de ouro que brilhará nas maiores
Lendas deste poeta.
Haverá por estas terras. Haverá por estas terras um herói;
Uma camuflagem que abstracta aquilo que sou,
Cai ainda essa chuva, deixa cair nas malhas do meu
Querer, para nunca mais te esquecer!
Estou a passar pelo inferno, a chuva já é uma marca
Em mim. Não consigo esquecer o passado, e o passado
Não me esquece...
Estarei eu já no meu limite?
Não, não me parece. Mas se ficas nesta circunstância,
A chuva já será uma lembrança de ti.
Queria eu ser, ser o que sou, amar-te, esquecer-te!
Não, nem que sinta em mim um raio, nem que sinta em mim
Uma lágrima exposta ao palro do meu coração,
Nem que acha mil e um mistério que se envolva nesse mistério,
conturbando esse silêncio que me asfixia lentamente;
Até que cada gota dessa chuva passe, e ultrapasse o dor profunda,
que te arranca o sono, antes mesmo de fechar os seus olhos.
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