Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
stat counter
sábado, 25 de julho de 2015
A Margem Do Rio
O rio tinha a sua margem a margem daquele horizonte.
Onde nada vão saber os sábio, e se afogavam os ambiciosos;
E os pobres sofrem a dor que deveras sentiste,
Porque o rio é uma onda brava e de vitorias daqueles que tanto lutam...
Sofrem a sua dor no sangue derramado dos pobres que sofrem,
A dor vindas dos réis do horizonte.
Pensava eu que a margem do rio era uma vista mais distante.
E que o fundo das minhas lágrimas e então em deverás,
Onde sentes a mágoa do meu passado, eu era mais que isso,
E só vi peixes a nadar e colheitas a morrer,
Morre o passado e vive o futuro longínquo.
Se o ódio vence o meu medo e manda minha tristeza,
Diz o poeta: - Que dorme o sono da minha vida.
Estou num sopro longínquo que vive lá no futuro;
O horizonte desta vida na margem do meu rio!
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário