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sexta-feira, 24 de julho de 2015

O Acordar De Faraó



Acordava uma bravura. Acordava uma bravura.
Que se assemelha ao amanhecer;
Era como as nuvens que brilhava e que
Nas mais perplexas conversas e radiantes raios
Que outrora, acordou faraó, brilhava nos seus olhos.
A magia que as nas fontes cresce nas melodias mais pavorosas;
Seja as linhas definam dos seus reinos.
Andarei eu por aquela estrada.
Ande me levas faraó no seus braços,
Dormir como um anjo os lados de uma estrela...
Em cada sentido do meu viver acordava-se num pesadelo;
Que obstruí o meu medo, e na força de faraó, dizendo:
Embarca!... Embarca!...
Que embarca nos meus mundos mais belos,
Castelos mais perversos,
Desejos no acordar de faraó.


Acordava nos tempos mais longínquos,
Que a barca de faraó.
Embarca nos tempos mais reinados
Nos tempos de outrora!
Meu senhor, que de ti me perco.
Ainda me infiltro nas mais longínquas palavras da
Poesia de Portuguesa;
Embarcou nos meus tempos,
As barcas dos rios e que mais me fazem
Sentir ó castelo medieval...
Nas noites mais cinzentas, nas mais termináveis que a minha dor,
Matarás o meu coração na morte da minha alma.

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