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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Porque Me Tratas Assim



Havia tantas e tantas recordações.
Havia o cansaço do meu corpo, doente talvez;
Talvez seja a febre do meu coração.
O meu manto é coberto de estrelas que mais parece uma noite,
Escura sem vastas palavras para me lembrar;
Sou talvez uma recordação. não me perguntes!
- Mas é como uma devastação, talvez um temor de terra, ao talvez
Um rio sangrento de algumas discussões.
Ainda que pergunte: -Porque me tratas assim?
Sim eu amo-te, e não mereço tal insolência,
Porque me matas esta chama que arde constante.
- Porque? Não me perguntes:
- Mas é como uma carta longínqua que se evapora como
O sopro da minha amargura.


Era de tal insolência, os modos de uma eficácia definhado
Pelo cântaro do meu coração;
Ó fado da minha morte. Tu que cantas sem moraria,
De um canto ao qual me expulsou desse meu lar,
Que acho que posso chamar lar, a vergonha do desenvergonhado,
Que talvez o sal marche, e brilhe como brilhará por de baixo desses
Sismos, que criou estas abundâncias que transborda este coração.
E porque continuas-me a trata assim?
Porque assim que me trates o meu interno amor.

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