Escrevo o que sinto, pois só assim é que exponho o meu coração. Não ligo ao que pensão de mim, pois se liga-se a minha vida era uma frustração ou de uma insolência para os meus ideais. Acredito que a minha vida é uma forma de um poema, posso não ser a beleza em pessoa, mas o que toca ao meu jeito de ser, é como um cristal inquebrável, que brilhará sobre os rios das minhas pegadas.
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segunda-feira, 27 de julho de 2015
Preso A Um Sentimento
Sentimento, que sentido tem este sentimento.
Que sentimento, o mais sentido único, sentido,
Porque na verdade, o mais longínquo sentido;
É dar sentido a este sentimento que me consome...
É que me devora e me assanha perpétuamente,
porque os mais bravos sentido deste amor eterno;
É procurar-te internamente na alma e dizer:
-Dizer-te o quanto lamento este amor sentido,
Nunca levar o caminho certo, o mais certo,
Que mais certo é ter-te e não verte,
Nesta prisão que é sentir-te aqui ao pé de mim!
Vai-te embora de uma vez, pega as tuas coisa.
Pega as tuas coisa e vai-te embora de uma vez.
E não, não quero que olhes para trás;
Mas quero que o significado seja seguir em frente,
porque quem ama chora, e nunca se derrama.
Quero que penses bem antes de agir.
Quero que penses bem antes de agir.
Porque tenho que sair de uma vez,
E quando o vento forte bater neste rosto,
Espesso de lágrimas de uma prisão.
Então, então o meu mundo é despido,
É despido pelo céu limpo, em ancoras imperfeições,
que existem no teu corpo fogoso, o corpo,
Que no meu dá corpo dá terramotos de ardume;
Perfumes de uma paixão tão forte,
Como a cadeia do meu amar-te!
Poesia Em Descoberta
A arte é céu coberto de estrelas.
Num sopro vindo de ar, que fintava,
O teu corpo cheio de luz;
Eras tu, sim tu, quem me levas por esta estrada.
Que não tem volta, coberto de pétalas cortadas,
Deste raio do teu sorriso.
Sim será? - Por quem me tomas, louco não sou
Se o fosse seria teu, será que os teus olhos,
Sim os teus olhos, são o sopro que te amou.
Não?! - Não, louco não serei, serei quem te
Escreve, palavras vinda da alma.
E eu. Bem eu doute minha ilusão de viver.
O Inverno
Tudo é fraco,
Neste inverno cheio de chuva.
Porque as lembranças são invadidas,
Pela imensidão do teu vazio, será este dia,
O que foi, não será. vais embora e eu choro,
Teu chorar que me fez cair...
Neste mundo de rosas,
Pétalas vindas das nuvens que me fez,
Fechar-se os meus olhos, e eu que de ti,
Fiz o fundo da minha alma!
Flores
Todas as folhas caídas,
Nestas ruas escuras como a noite.
Era a terra coberta de rosas perdidas;
Da minha dor, e que pensava em ti...
Em mim te fiz lembrar, nestas folhas cortadas,
Como estrela derramadas de dor,
E em ti que de mim lembro.
Não era na rua nem estava escuro;
Era folhas pintadas que tinha espinhos,
Que apunha-lá meu coração!
Teu breve pensar, que de mim faz sentir meu cair.
Era eu tua lua a brilhar nesta noite calma.
Vi quem te vi, nesta sombra as folhas,
Que vi esta rocha, que de sol faz queimar. amo.te ?!
- Será que é o amor, ao paixão.
Porque me sinto neste corpo, o fogo que arde em mim;
Vivo teu querer, nesta imagem do horizonte,
Porque te ame tão distante louca ilusão de amor...
O Teu Castelo
O teu castelo é meu castelo, numa noite linda.
Que os teus braços quentes na madrugada louca.
És quem eu te julgava ser, meus olhares, que lua que dás,
Tens um jardim no castelo louco;
De luz que outrora me levou-te amar loucamente...
O teu castelo é tão belo, como o teu olhar distante,
Que vejo sempre no oceano que engano,
No profundo lago sujo e sem desamparo.
Quero ter o teu corpo neste meu quarto.
Quero ter o teu corpo neste meu quarto.
Que nada conta se não o silêncio que há
Entre as quatro paredes;
Paredes essas de castelos distante do jardim
Que te dou, és tão linda beleza que invejo
No brilho nos teus olhos, que olhos mais belos,
Olhos do teu olhar que vejo o teu coração.
Que bate teu castelo distante,
Princesa do meu linear distante!
Pensamento
Pensamentos injuriados.
Pelo horizonte que é belo;
Bate no meu peito,
O sopro distante.
Quem te ama pensa.
Quem te julga diz:
Ama quem te devora,
E nunca quem te sorri!
Eras tu, sim tu, que ao fechar os meus olhos
Em meu tardar vi, pensava que me abraçavas.
Em luas do horizonte, quem te viu diz:
- Quem te amou chorou,
Hoje dizes-me o teu pensar;
Que em folhas do meu jardim,
Caídas do meu futuro...
Desconheço o meu coração.
A noite te abraça em ciumes teu querer,
Noites perdidas sem dormir,
E amar nesta distancia minha...
Ó ondas que vinhas e vens.
Ó história da minha vida,
Que sombra que te dei;
Assombras-te os meus dias cansados,
Quando pensei em teu querer...
Na sombra das minhas memórias,
Memórias cansadas dos meus dias,
Voa, voa, pela madrugada louca e cansada!
Morta lembrança triste, que voa, voa,
Mais leve que o vento...
Erros
Errei por errar!
E por isso triste estou,
Estou louco, louco sou;
Errei no meu escrever!
Não sei escrever, nem sei o que dizer.
Sei que errei só por dizer!
Triste que estou, triste que fico e amo teu errar;
Nem ler o sei, Por apenas errar,
Não me ligues tanto assim,
Nem me dês louco sem sentir.
Sou louco por querer,
Erro na vida sem querer.
Não sou poeta!
Nem sei o que sou.
Confuso me sinto erro nesta vida,
Pego nesta flor,
E ponho-me mesmo ao teu lado...
Estas a dormir,
A sonhas como um anjo,
Sei que te adoro e por isso eu erro...
Sou louco teu pensar,
Flor do meu coração.
As Pétalas Dos Teus Lábios
O oceano calmo brando como todos as ondas.
Sentia-se uma leve brisa
Que chega a tocar o meu corpo,
Era como se dia tivesse brilho
De onde eu pudesse roubar as tua pétalas;
Vindas do horizonte.
Canso-me de um raio de sol,
Raios tão brandos que me afoguei...
Sentiria uma leve brisa nos lábios que beijei!
Não tinha caminhos distantes,
Que não me levasse ao teu coração.
Fecha os meus olhos e logo
Sentiria os teus beijos;
Será? -Sim será que que aqui estás?
Não é de dia nem noite,
São pétalas roubadas do teu coração
O vento que se soprou seu vento
Como toca as tua palavras,
Versos escritos de amor
Flor do meu jardim;
Era o que sentia, é o que sinto,
Quando sinto o cheiro do teu perfume
Quando tenho o coração magoado!
Beijei os teus beijos!
Quando tu estavas a dormir
Era minha noite calma ainda a dormir,
Nos teus braços, grandes beijos...
Porque te sinto tão triste neste vento tão forte,
Leva minha carta ao meu coração,
Que chora sua dor, em espinhos cravados no peito,
Trás-me um só beijo nas noites geladas.
Uma Onda brava
Era um sentido de vida,
Que eu fecha sem sentido.
levava nesta triste sina,
A vida que não a minha;
E peguei nos teus beijos fortes e
Doces que nem mel, naufraguei no oceano
Para não te perder,
Mas vim te dizer, que me apaixonei...
Oceano que me a calmas-te.
Oceano que me chamas-te
Tens força de poeta;
Leva-me nos teus braços robustos,
Para o infinito...
Porque neste mundo obscuro sinto;
Que faço parte de um grande labirinto.
Não sei se é longínquo, o amor que sinto!
Choraste e choras pelo o rio que vez.
Mas estas na sombra de um jardim,
Não árvore de uma poeta, que esta a renascer.
Nem a dor a sinto, sou mais distante que essa onda,
A dor que absinto...
Porque sentes tal dor oceano que avistas-te,
Vejo cada vez distante;
O horizonte tão bonito!
Não! Porque te aprendes a mim?
Se a mim só sentes o meu corpo frio,
Porque te prendes a mim?!
Gélida onda como estas que passam,
Mais bravo, que o vento, mais assoprado;
Que vejo no oceano que naufragou...
Sinto que te perdi!
Sinto que te perdi!
Porque foste embora?
Com o lago sem ondas, para naufragares.
E agora queres voltar,
Para voltar a sentir essa gota vazia.
domingo, 26 de julho de 2015
O Pescador
Tu.... Sim tu?
- Que de tanto escondes a dor;
Apenas tu, se não tu. Para o fazer.
Que fechas os teus olhos em rasgos de agua;
Triste te sentes, Triste te sentis-te e olhavas
Nesse oceano te sentias bravo.
Será?! - Não, não me pode acontecer isso,
O mar que ficou bravo, e a sua bravura levou,
Seu pescador, em seus olhos rasgos de água
Seu nome chamou!
Ó viúva que choras essa triste sina.
Ó viúva que choras essa triste sina.
Choras-te a partida de quem mais esperavas;
E chora, chora minha triste alma,
Porque choras minha triste alma?!
E então perdes-te essa alegria, perdeste o pescador,
O pescador que tanto amavas, e hoje,
Seus olhos em rasgos de água o seu coração disparou.
- Porquê?! -Sim porquê?!
Perdi minha alma, minha razão de viver.
E agora como vivo este amor imenso,
perdi meu homem, como vou viver?!
Ele sorria a sua sorte.
Chamou-te na sua hora;
Vou embora meu amor!
Vou com o vento,
Lembra-te de mim meu amor
Dizendo com certeza, não existe dor;
Apenas amor, ainda que tenha que partir.
Sou pescador com gosto,
Pesco para ser pescado pela vida...
E amei-te como ninguém te amou,
Vou ser o inquieto que vive com amor;
Parti para o céu com os olhos rasgos de água!
Uma Viajem
Queria tanto, sim tanto, que consegui!
Queria viver um sonho do meu encanto,
Que sonho que renasci, para além desse mando.
Perdi em mil cânticos nesses versos doirados
papeis rasgados transformados em espinhos;
Que senti. Viajei todos os dias em palavras
rasgadas em países caídos teus mundos,
Nesses mundos caídos nos céu dessa viajem!
Caí no mundo peixes sem água para respirar.
Caí teu céu sem ar para respirar!
Cai sem me levantar e sempre me te esperei,
Caí para te dizer que vou viajar...
Para lá dos meus céus as fontes para te amar!
Sou sempre viajador,
E viajo nos teus braços.
Porque sempre te procurei e encontro,
Nas bermas desse horizontes!
Esperar por mim, viver para mim;
Espera pelo os meus braços,
viajarei sempre contigo,
No infinito dos meus sonhos!
Beleza Do Horizante
Triste sentir que chuva que cai!
É triste sentir que a chuva cai!
Levou os meu internos abraços,
Nas minhas manhãs bravas...
Sei que a chuva cai!
Em meus olhos negros de dor,
Chorei meu triste cair;
Na manhã da minha cidade.
Era oiro de teu sentir!
No teu castelo de linear!
Era lua do meu viver
Na janela do meu futuro,
Porque de mim me chamas
Em sentir o que sentes;
Sou oiro de uma jóia,
Amor do meu horizonte...
Que beleza que vejo?
Que beleza mais rara.
Será esta magia longínqua,
A beleza da minha alma!
Gotas De Uma Ausência
Seria os teus olhos rasgos de água?
Em lágrimas que deixam as tuas marcas.
Foste embora com uma gota gelada,
Na tua pele quente de amor.
Quando eu sentiria a tua ausência,
Na minha cama cheia de flores quebradas;
Dou-te uma rosa com espinhos,
Para deixar de sentir o vazio da sua ausência..
Ó ausência, tua voz que oiço pela manhã.
Como se numa noite gélida de palavras,
De um poeta que ama...
Porque o teu corpo se sente frio;
Ó luz do meu luar.
Ó gota da minha solidão,
Os meus olhos rasgos de água.
Chora a tua ausência!
Eras estrelas perdidas.
Que o teu mundo ignorou do vazio.
Gelado como a noite chorosa,
E ama teu pensar...
Hoje nada sou se não uma manhã,
Que anjo que enxergo...
Será na tua ausência que fala a minha alma!
Sinto falta desse olhar maduro.
Para te sentir aconchegado.
Para matar essa paixão que me queima,
E me deixa triste assim,
Ó ausência minha Ausência que de mim
Me estás a matar!
Mata esta luz branca, que faz meu olhar enevoar,
Esta luz branca, e me fala do meu tardar...
Era o meu porto distante.
Nessa distancias do meu corpo;
Vivo sempre ao seu lado
Marcas da tua ausência,
Era gotas de uma grande marca
E quem marca, ama, e me isola de ausência.
Só nesta gota derramada, e quem sofre naufraga,
E sempre de coração perdido!
Uma Noite Cansada
Uma noite cansada.
No linear do seu cansaço;
Teu cansaço sentido...
Ama minha amada noite calma,
Perdido na noite vasta,
Sentido no teu coração!
horizonte que que só sofre nesse
Céu estrelado, vivo,
Na noite cansada.
Era uma brisa que que me toca na alma.
Como todas as estrelas que vejo,
E quanto o pranto é o encanto;
Do fundo da alma! Tu, só tu que chegas,
só tu que me escreves, e me fazes sentir só...
Era como se o sol acordar-se
De uma luz vinda do infinito,
Que te adoro na alma.
Noite cansada, noite fintada numa estrela;
Brilhante e cintilante, que vinda
Na noite brilhante e ama triste sina...
sábado, 25 de julho de 2015
A Minha Estrada
Na amanhã de ontem.
Numa onda que girada de pétalas.
Ó porto meu porto, estrada do meu caminhar;
Porto que me guia sem sentido,
Sou eu, sou eu, quem te devora.
Estrada que guias,
Fontes do meu coração!
Ó pedras do meu caminho.
Ó ondas da minha maré.
Leva-me com o vento;
Para nunca mais te ver!
Sou oiro e que brilha,
Ao fundo dos teus olhos;
Que brilha na estrelas,
Do fundo da minha alma.
Perdido como estrada,
Perdido como as minhas fontes...
Olhava nesta maré distante,
Que enxergo no fundo dos horizontes.
Olhava tua pele, e lá...
Sim lá, eu enxergo nos teus olhos.
O amor que te dou.
Ó amor?! - Que amor que te sinto;
Se não este amor que que te dou...
Amo-te por estares tão distante de tudo,
Do meu querer este amor de criança.
Cansaço
O meu cansaço mórbido.
Como sombras do meu cominho;
Como estrelas caídas,
Sem linhas para viver...
Era fontes das minhas lágrimas,
Para ganhar os horizontes;
Venci meu leve sopro ao cair do mar,
Que sopra no meu cansaço.
O cansaço do meu corpo!
Era essa lágrima perdida.
No meu cansaço descaído,
Perdi minha triste gota de lágrima...
Na vida que senti, ontem senti o que sinto,
Meu corpo de noites breves,
Eu sinto meu corpo no fundo do vazio.
O Vento
O vento que soprou.
E levou os seus astros pelo o além.
Como seria suas águas;
Em terras que se soprou,
Era a terra que girava por cada segundo,
Superava-se as magoa a dor e da solidão!
Terra colhida em marés,
Que meu corpo colheu levou.
No meu corpo longe de mares e que se sumiu.
Ó terra que te vi nos teus braços arrepiantes,
Senti numa gota fria o sopro desse vento distante.
Pétalas caídas de rosas tão machucadas.
Seria essa ninfa a terra do meu horizonte;
Porque te vi, em meus braços arrepiados,
Senti uma emoção forte a força desse amor.
Ó terra que te acolheste. Ó lágrimas dessas noites
Contas as estrelas no fundo liso do vento.
Eras essas rosas caídas nos meus braços.
Caiam em terra firme em sonhos mal sonhados;
Não era esse barco ó oceano que naufraguei,
E levei o teu corpo quente no meu sentimento sofrido...
Perdi a volta ao mundo, porque perdi não o sei,
Estava nesta vida tranquila longínqua
Do fundo do vento forte e do acabar da minha vida.
A Solidão
Estava eu por aqui tão só.
Assentado ao teu lado e tão só!
Com um ramo de flores e que todas murcharam;
Esperei, esperei e nem um sinal, será que errei.
Ao ela já não vem!
- Os meus olhos derramados de choro e dor
Porque anoitece, e ela me enganou...
Ó viajem que faço pelo o mundo que desconheço.
Conheces, dizes tu!
Eu...Que dizes tu senhor?
Que mundo conheço se não o meu, nem seu.
O teu mundo é os teus sonhos;
A tua arte que vagueia pelo o oceano,
E que te leva na maré da solidão profunda.
Ó meu senhor! - Porque me levas a pensar.
Distante e confuso, que nem o mundo vejo.
Será que é alma, será que é dor?
Solidão tão profunda que chega a matar-te,
Olhei nesse mundo inquieto, descubro,
O que ele diz, que o mundo que eu enxergo.
É o planeta do meu coração.
Assentado ao teu lado e tão só!
Com um ramo de flores e que todas murcharam;
Esperei, esperei e nem um sinal, será que errei.
Ao ela já não vem!
- Os meus olhos derramados de choro e dor
Porque anoitece, e ela me enganou...
Ó viajem que faço pelo o mundo que desconheço.
Conheces, dizes tu!
Eu...Que dizes tu senhor?
Que mundo conheço se não o meu, nem seu.
O teu mundo é os teus sonhos;
A tua arte que vagueia pelo o oceano,
E que te leva na maré da solidão profunda.
Ó meu senhor! - Porque me levas a pensar.
Distante e confuso, que nem o mundo vejo.
Será que é alma, será que é dor?
Solidão tão profunda que chega a matar-te,
Olhei nesse mundo inquieto, descubro,
O que ele diz, que o mundo que eu enxergo.
É o planeta do meu coração.
Os Teus Abraços
Quero a vida,
Quero a alma;
Quero o sol,
Quero os teus abraços.
Quero teus beijos,
Quero teu amor;
Quero teu calor.
E a vida que quero te amar!
Ai como eu quero.
Ai como eu peço teus beijos;
Teus abraços que me alouque-se,
Todas as manhã geladas da solidão,
Que me faz esquecer a neve.
Que se entranha nas minhas paredes
Que fazem um eco tão alto;
Sempre ouvirei tua voz na distancia destas parede,
Que ilude o meu triste pensar e que me faz sentir velho.
Que nem oiço o que penso nem a voz de te quer no fundar
Do horizonte que só escuto a silêncio da minha solidão.
Estava aqui encostado à parede e uma voz se ouvia.
Desculpe! - Sim desculpe.
- Poderei saber porque está ai tão só?
Estou velho e cansado nem oiço ninguém,
Só escuto o senhor, o Sr. Silêncio!
Entendo a sua dor, que dor que poderá sentir;
Não ter abraços e amor é o mesmo que ser a ilusão,
Em que falas tão só, que não vez que não esta ninguém.
No quanto te julgas só que julgas falar com a solidão.
Estou tão velho que já nem me vejo a sorrir.
Encostado ao fundo mundo, que só fica na minha cama;
Não, não estas tão só, olhas que luar tão deslumbrante,
E aproveita para conversar com as estrelas.
Sabes estrelas. Hoje tudo é cego neste mundo obscuro...
Não à mundo longínquo nem o cansaço do anoitecer,
Porque me sinto tão velho, Nem amparo tenho;
Sou só o idoso dizer: - O silêncio inquieto nesses teus braços.
Quero a alma;
Quero o sol,
Quero os teus abraços.
Quero teus beijos,
Quero teu amor;
Quero teu calor.
E a vida que quero te amar!
Ai como eu quero.
Ai como eu peço teus beijos;
Teus abraços que me alouque-se,
Todas as manhã geladas da solidão,
Que me faz esquecer a neve.
Que se entranha nas minhas paredes
Que fazem um eco tão alto;
Sempre ouvirei tua voz na distancia destas parede,
Que ilude o meu triste pensar e que me faz sentir velho.
Que nem oiço o que penso nem a voz de te quer no fundar
Do horizonte que só escuto a silêncio da minha solidão.
Estava aqui encostado à parede e uma voz se ouvia.
Desculpe! - Sim desculpe.
- Poderei saber porque está ai tão só?
Estou velho e cansado nem oiço ninguém,
Só escuto o senhor, o Sr. Silêncio!
Entendo a sua dor, que dor que poderá sentir;
Não ter abraços e amor é o mesmo que ser a ilusão,
Em que falas tão só, que não vez que não esta ninguém.
No quanto te julgas só que julgas falar com a solidão.
Estou tão velho que já nem me vejo a sorrir.
Encostado ao fundo mundo, que só fica na minha cama;
Não, não estas tão só, olhas que luar tão deslumbrante,
E aproveita para conversar com as estrelas.
Sabes estrelas. Hoje tudo é cego neste mundo obscuro...
Não à mundo longínquo nem o cansaço do anoitecer,
Porque me sinto tão velho, Nem amparo tenho;
Sou só o idoso dizer: - O silêncio inquieto nesses teus braços.
Anjos Ilusionista
Ó anjo que te avisto nas ondas calmas.
Desses oceanos que tinhas cobertos de penas de asas,
No muro das ilusões e do teu corpo quente que me queima.
E me ilude nas sombras da minha noite;
Não eras nem anjo nem noites, eras apenas distante
De um lenço o rasgado do espessa melancolia...
Que te pega nas lágrimas caídas dos rasgos
Que trás a ilusão do coração de um ilusionista..
Anjo que de mim gozas-te e que de mim virou pétalas.
Desta amargura ao teu protegido, que não era mágoa;
Eram anjos descaídos nas noites desiludidas de chuva
Que cai fortemente.. Era um zum... zum, zum...
Toda a noite o anjo ficou sem as suas asas para voar,
E para sentir uma leve brisa do vento a bater no rosto.
Sentia-se as pétalas derramadas como sangue;
Descaídas como uma faca espetada no meu coração.
O horizonte ilude a desilusão dos meus sonhos.
Para que perdesse agonia desta tristeza;
E perdia as folhas caídas nesta terra que ficava deslumbrada.
Pela noite dentro de um vento que vira um furacão...
Era um deslumbrar de uma vingança mas sem vingança
De um anjo, que se vinga pela felicidade evidenciada;
E que me iluminava nos olhos mais sangrados.
Pela dor do meu passado, previdência o futuro,
Deslumbrado pelo o papel dourado, dos oiros,
Do futuro desse céu longínquo.
A Floresta
Eram anos sem fio à procura de imperfeições.
E fogo alastrava-se por ai, eu via, tu vias o que sentia;
Uma névoa de escuridão e das profundezas
Do meu dia-a-dia. O teu sorriso que alastrava as palavras
Sobre palavras que voam pelo vento do meu tédio.
Mentira é mentira que o fogo se alastrá pelo margem
Da minha saudade, em estrelas cadentes e frias.
Que dizia e sentia os rasgos dos meus olhos;
Era o que dizia quando via a floresta a ser queimada
Desbastadas, e nós, sim nós. Que respiramos daquele ar
Que vem da brisa que voa, voa, Voa pelas as estrelas
E pela a lua, e lá, bem lá no céu perto da lua cresceu o fogo.
Que se cruzava pela a encruzilha-da da minha saudade,
Eu morria na desbastação da floresta!
Ainda que eu leia as palavras da carta que deixaste
Junto ao meu travesseiro, o meu coração explodia de emoção,
Era como se o tempo parasse nesse e fogo.
E se o fogo fosse da ilusão da minha cabeça;
E tu, sim tu, que tinhas tinta de oiro para fazer a floresta acreditar.
Que eu, sim eu, não fosse se não o sonho que queimou a beleza,
Que já mais a lua terá no seu pranto.
Ó terra morta induzida pela a mentira.
Ó terra morta que a mentira te troce e que a saudade te criou;
Não era o que pedi, nem o que desejei em ouvir,
A nuvem clareada de imaginação e quem criou a paixão.
Foi quem amou e matou a ilusão, de um fogo da floresta
E da natureza morta...
Não, não é a verdade, a verdade é mais nua que a tua visão;
E mais próspera que o verdadeiro sentido da verdadeira sentido
da palavra, que quem amou e se queimou com falta de humanidade,
Foi os criadores a floresta que nos dá vida, e que os seres
Humano existem nessa onda de crueldades, e sem coração.
Teu Coração
Pensei em ti como todas as pérolas de oiro,
Que faz de mim um anjo. Anjo,
Não, não sou anjo nem estrelas.
Que de mim deslumbras nos meus radares
Em noites deslumbrantes da minha alma,
Pensa em mim, sim, pensa em mim;
Porque em ti estou a pensar.
No teu coração que bate fortemente,
E que nas terras que tremia meu corpo
Desejando escorrer as minhas mãos pelos teus seios.
Que pensou no fogo ardente e no silêncio do porto morto.
Não pensei em ti, porque não sei como te dizer.
Não sei como te dizer o que vou-te dizer:
- O que bate em ti não é menos que este amor infinito.
Em noites deslumbradas e nas manhãs
Que de mim faz pensar no teu amor,
E o teu coração no meu coração
Dos barcos que te vejo em ilhas longínquas;
Amo-te dês a noite que nós naufragados,
No fundo do oceano distante que de mim perdi!
Não sei, como sob-julgar-te nas noites calmas
E deslumbrantes de estrelas. Pensei nas musicas brandas,
Eras tu, sim tu. olhava-te nas pétalas fintadas nas manhãs
Hoje em ti, amo-te, porque penso em ti.
Noites que de mim desfaz amanhã calma,
Alma o céu deslumbrante.
Fintava-te a tarde deslumbrada.
Como as fintas de outrora fintas-te.
Nas pétalas dos cravos de outrora;
Fintava-te e amas-te o quanto quiseste,
De manhã do teu coração,
Amo-te, amo-te ao ponto de te querer...
No fundo da minha basta vida,
E das minhas profundezas melancolias.
Angústia
A minha angústia é uma janela entre aberta.
Porque fechada, é como uma estrela distante;
Nos sopros arrepiantes da vida...
Uma onda induzida pelas tempestades,
A julgar- se o que sempre julguei!
Nas pérolas da minha angústia,
Da vida que vivi, que vivi sopro que soprou.
A angustia desta maldita sina.
Na minha estrada onde o meu caminho soprou.
Soprou no horizonte de uma auto-estima,
Nas manhãs mais loucas que a própria loucura...
Vive a viúva mais angústia-da que a noite;
Eras tu, sim tu, quem me escreve,
No brilho dos meus amores e que ama teu amor,
Que ama este teu triste pensar.
Porque fechada, é como uma estrela distante;
Nos sopros arrepiantes da vida...
Uma onda induzida pelas tempestades,
A julgar- se o que sempre julguei!
Nas pérolas da minha angústia,
Da vida que vivi, que vivi sopro que soprou.
A angustia desta maldita sina.
Na minha estrada onde o meu caminho soprou.
Soprou no horizonte de uma auto-estima,
Nas manhãs mais loucas que a própria loucura...
Vive a viúva mais angústia-da que a noite;
Eras tu, sim tu, quem me escreve,
No brilho dos meus amores e que ama teu amor,
Que ama este teu triste pensar.
O Tempo
O silêncio invadiu aquela pequena cidade.
Onde aquele senhor, sim aquele senhor;
Mentia à esperança que estava na alma,
Para dar voz ao seu sentimento angustiante.
Pelas as brumas de um vento revelando
Todos os raios de um sol;
Tu, que mantens um jardim vindo nas ondas,
De um perfume que o vento me dá pela prenda
De que outrora brilhante, mas os lábios do um velho,
Velho que não é trapo, mas é apenas um senhor
Que trás o coração distante!
Senhor, porque você tem medo do tempo?
Que tempo devei ter passado;
Escondeste por de trás da lua.
Para que o medo seja a escola de um passado,
Pela as ondas de um oceano, onde o tempo passa,
Onde os barcos naufragam, e de um barco para o outro;
Que se afundou e levou o silêncio do lago morto...
Tu, que tens asas para voar...voar;
Até que o teu coração chegue ao infinito
De um tempo distante. De uma morte silenciosa,
Vinda de um tempo morto, de uma lago distante
Marinheiro que solenemente ficou triste.
Triste, teu triste pensar linear no barco;
Que se fundou e matou o marinheiro,
Dessas distância que há nas palavras de um senhor.
Que se sente mal naquela cidade longínqua de solidão.
Onde aquele senhor, sim aquele senhor;
Mentia à esperança que estava na alma,
Para dar voz ao seu sentimento angustiante.
Pelas as brumas de um vento revelando
Todos os raios de um sol;
Tu, que mantens um jardim vindo nas ondas,
De um perfume que o vento me dá pela prenda
De que outrora brilhante, mas os lábios do um velho,
Velho que não é trapo, mas é apenas um senhor
Que trás o coração distante!
Senhor, porque você tem medo do tempo?
Que tempo devei ter passado;
Escondeste por de trás da lua.
Para que o medo seja a escola de um passado,
Pela as ondas de um oceano, onde o tempo passa,
Onde os barcos naufragam, e de um barco para o outro;
Que se afundou e levou o silêncio do lago morto...
Tu, que tens asas para voar...voar;
Até que o teu coração chegue ao infinito
De um tempo distante. De uma morte silenciosa,
Vinda de um tempo morto, de uma lago distante
Marinheiro que solenemente ficou triste.
Triste, teu triste pensar linear no barco;
Que se fundou e matou o marinheiro,
Dessas distância que há nas palavras de um senhor.
Que se sente mal naquela cidade longínqua de solidão.
Rosas
Estava um dia muito quente.
E eu, bem eu estava a seguir as brumas
De um vento que soprado,
Era como as noites que os teus lábios
Fazias as estrelas brilhar.
Espera um passado, um passado
Que as rosas derramadas;
Sangrava de uma faca espetada,
nos meu peito de rosas..
Era um vento, um vento forte.
Que alimentava a cada dia, a cada hora;
Nas manhãs que acordava ao teu lado,
E tu, bem tu, eras um rio navegado
Na margem desse céu. Amo-te meu amor;
Incógnita a minha alma transmitido na sua fonte.
Não chores, sim, não chores pega nesta rosa;
Para que a teu olhar frustrante alimente esse amor,
Imenso nas noites ardentes de quem te ama,
Quem ama sente que deverás sentir o amor distante
E leve como uma gota fria murchando essas rosas!
Desculpa, sim desculpa. minha manhã nublada,
E cheia de ventos que há distancia aparece nos sopros
De outrora... Ventos, ventos que numa felicidade,
De uma alma que se perde nos teus braços,
Manhã calma, fria de todas as noites...
Ama, amor sonolento que sente,
O fundo da tua magoa e dor.
E espinhos de uma rosa!
Teu porto, teu rio nos beijos de um horizonte.
E eu amo noites calmas e frias,
Gélidas na noite flutuantes que ama as rosas;
Da sua pureza. Era um rio dum jardim que te dei,
Na margem das gotas dos teus olhos
Amo-te, amo-te meu amor
do fundo da minha alma. na prosa de uma rosa.
Uma Faca No Meu Coração
Nunca pensei em ti como hoje penso;
Não te sei explicar, é como se algo em ti
Fizesse subir um fogo ardente até ao meu coração.
Não sei, é como se o sol ganhasse cor,
E a lua fosse o manto que me cobria nas noite gélidas,
E de repente, tudo ficou escuro como se uma estranha névoa
Cobrisse de cinzas o rosto dia a pós dia.
E quando eu olhava para o chão;
O seu sangue derramado nos braços de uma esperança
É como se outrora voltasse pró passado, não sei,
Juro que não sei, ao fundo dessa rua estava uma cobertor
Cheio de sangue e de umas gotas de lágrimas.
Era o meu coração com uma faca espetada;
E cheia de espinhos entranhados
Pelo céu negro coberto de luto.
Ó rainha invasiva, de estranhas conclusões.
Rainha de um castelo longínquo, no fundo do mar morto,
Lago distante trazido de sangue derramado pela dor.
Eras tu, quem de mim tinha dor;
E me fazia chorar alma cansada e sombria
Das minhas memorias vividas,
Rainha cansada e morta, na dor que deveras sente!
Noite Escura
Está uma noite escura,
Uma noite absurda de luz.
E a minha gente,sim, a minha gente nada fez;
Nada grita naquela noite,
Que tu tanto medo dizes ter...
Eu acredito em ti e nas voz que de tanto falas
Em ouvir por ai, derramas no sono vivido;
O sono soletre no obscuro mundo.
Tuas palavras são palavras;
Teus versos recheados de amor...
Tu, que de mim fazes papel escorrer
Tintas as mágoas da minha cidade,
O noite da minha cidade!
Porque me tanjas tu?!
No jornal que sai as palavras da minha morte;
Inocente e fracassado sentido, que dizes sentir,
Nessas noites escuras.Na noite que mal dormi.
Quero seguir a noite e dizer-te nas estrelas,
Que não tem lua, tem versos de um poeta.
Não existe droga nem drogados, existe dor
Nas fatigado ruas da viúva que me escreves;
Na noite profunda e escura. Na hora do seu luto!
Ó noite que foste a minha melhor lembrança,
Falas no teu silêncio no jornal da minha alma,
Sempre acreditei no teu ser e no amor que mais senti...
Nessas noites frias, noite fria, amor da minha infância.
Na escuridão das badaladas do meu eterno dia.
Minha cidade negra,
Mais obscura que a verdade.
Cidade do meu porto
Cidade da minha infância!
Escreves-me um verso;
Sobre noites e poetas,
Dizes versos tristes...
Drogado não o sou,
Sou dor do mar morto.
Nessas noites escuras!
O Amor
Para mim o amor... Hum amor é aquele que me tira o sono.
É aquele que me faz sonhar.
O amor é o olhar penetrável, é olhar as estrelas e lá, sim, lá
Em cada estrelas é como se eu olhasse no teu olhar.
É fica a olhar da janela onde uma brisa me toca no peito;
Onde o teu sorriso não sai. Não sai dos teus sonhos
E ao acordar de manhã eu pensava que era miragem...
Ficava a olhar no espelho e o espelho era a alma do teu rosto,
O amor é mais que palavras é companheirismo,
É sorrir quando sorris, é chorar quando chorares;
O amor é escrever é um sentimento único é derramar uma lágrima.
Escrever para quê?! -Falar pra quê.
Se o meu coração é uma pérola recheada de amor.
Mas quem sou eu?! - Sim quem sou eu para sentir o que sinto,
Desculpa, sim, desculpa a minha ousadia, quem sou eu para te amar,
Quem olha para o olhar nas madrugadas e se torna no vazio.
Quando os meus olhos não enxergam os teus;
Hum...O meu coração é tão louco que julga ver o horizonte
de um novo amor, amor que nunca existe para mim. Se não for dor!
.
É aquele que me faz sonhar.
O amor é o olhar penetrável, é olhar as estrelas e lá, sim, lá
Em cada estrelas é como se eu olhasse no teu olhar.
É fica a olhar da janela onde uma brisa me toca no peito;
Onde o teu sorriso não sai. Não sai dos teus sonhos
E ao acordar de manhã eu pensava que era miragem...
Ficava a olhar no espelho e o espelho era a alma do teu rosto,
O amor é mais que palavras é companheirismo,
É sorrir quando sorris, é chorar quando chorares;
O amor é escrever é um sentimento único é derramar uma lágrima.
Escrever para quê?! -Falar pra quê.
Se o meu coração é uma pérola recheada de amor.
Mas quem sou eu?! - Sim quem sou eu para sentir o que sinto,
Desculpa, sim, desculpa a minha ousadia, quem sou eu para te amar,
Quem olha para o olhar nas madrugadas e se torna no vazio.
Quando os meus olhos não enxergam os teus;
Hum...O meu coração é tão louco que julga ver o horizonte
de um novo amor, amor que nunca existe para mim. Se não for dor!
.
A Minha Dor
Era a minha dor. A minha dor que te trás.
uma lembrança uma lembrança rasgada;
De lágrimas e espinhos.Tu, sim tu.
Ó dor mais sentida do adeus daquele vento,
Separou-se no vento as lágrimas do meu corpo,
Quem chora sou eu a dor da tua partida.
Ninguém te abraça. Ninguém te abraça.
Porque as folhas caídas do vento soprado;
Chora-se o choro que ninguém te vê,
Não sei se é do tempo ou mais de mim.
O tempo seja comprido, alimentando-se da vida;
Na vida da minha dama... Não , não tenho ninguém,
Sou só como um anjo que brilha naquela noite.
Em que tu mais choras. O choro da minha dor.
Vou embora vou com o vento
Com o vento que me guia,
Mesmo que me perca sigo a minha alegria,
O vento esta tão leve que agora nada sigo.
Sigo as minhas lágrimas que se sente na imensidão,
Duma manhã fria. Estava nu. Ó nudez da minha alma;
Amizade que te tenho soa sempre a distante,
A vida é tão comprida e eu sempre me senti só.
sozinho nesta vida solidão da minha estrada...
Tristezas
Porque te sinto tão só!
Tão triste, nesta cidade a leste do meu país.
Que nome dou se não uma solidão,
Esta vida não tem vida sem falar com ninguém,
Olho nos teus olhos e os teus espinhos...
longínquo sofrimento, se não falar a leste;
Ao a agreste do meu horizonte,
Meu coração bateria na cavalgada da minha tristeza!
Ouvia-se tantas historias,
Que de tantas historias eu não ouço;
A leste dessas terras, ouvia-se a terra da sua cavalgada.
A leste dessa terras, as terras das suas lágrimas sofrerias,
As folhas da minha cidade agreste desse coração,
Do sofrimento da sua cidade.
O cavalo ouviu-se o o teu teu pedido.
O cavalo cavalgou a para socorrer,
Ouvia-se a sua voz o ar do seu pulmão;
Estou tão cansado, que até cansado me sinto.
Oiço no silencio do meu sonho,
O profundo silêncio do meu coração!
A Margem Do Rio
O rio tinha a sua margem a margem daquele horizonte.
Onde nada vão saber os sábio, e se afogavam os ambiciosos;
E os pobres sofrem a dor que deveras sentiste,
Porque o rio é uma onda brava e de vitorias daqueles que tanto lutam...
Sofrem a sua dor no sangue derramado dos pobres que sofrem,
A dor vindas dos réis do horizonte.
Pensava eu que a margem do rio era uma vista mais distante.
E que o fundo das minhas lágrimas e então em deverás,
Onde sentes a mágoa do meu passado, eu era mais que isso,
E só vi peixes a nadar e colheitas a morrer,
Morre o passado e vive o futuro longínquo.
Se o ódio vence o meu medo e manda minha tristeza,
Diz o poeta: - Que dorme o sono da minha vida.
Estou num sopro longínquo que vive lá no futuro;
O horizonte desta vida na margem do meu rio!
A Morte Da Minha Alma
Hum dia a vida foi com o tempo
O tempo que encurtou a vida,
Cada dia em sua vida, não menos que essa vida.
Deu tempo para viver naquela época;
Foi dia de falar com a vida,
E de perguntar ao tempo:
- Tempo, cada dia é tempo dás-me tempo
Para ver com a minha amada? - Diz o tempo:
Eu com o tempo, tempo eu te dou;
Só não sei se o vento da-te tempo,
para sentires estas emoções.
Ó vento que falei, da-me o tempo
Para amar, da-me tempo por favor,
Deixa-me sentir o que sinto,
Não preciso de tempo, nem do vento.
Pois a morte chegou, e levou a minha alma.
Quero um dia a cidade perseguir.
Quero sentir a brisa do vento,
Que segue a leste, perdi o tempo;
Mas não para a minha alma,
Segui o meu coração que amei
Para amar o seu pranto,
Hoje eu não sei, amanha talvez.
Quem sabe da fúria,
Ó fogo do meu coração...
Dou-te a minha vida, dou-te as minhas lágrimas
Ó dor da alma fria. gélida e pálida memória,
A morte da minha alma!
O tempo faz um único sentido;
Ó morte da minha lágrima,
Senti a minha alma a beira da morte...
Tentei o seguir o vento,
Para noite ver o meu luar.
Para viver o tempo que encurtou
O sopro da minha vida!
Um Dia Longo
Um dia, a voz do meu silêncio
Dominou a minha cidade,
falava eu com a minha consciência...
Da noite calma e fria a chuva do meu peito,
O céu escuro e morto da minha inocência;
O silêncio me falava que o tempo passou,
Era a noite das minhas lágrimas,
Era o dia da minha dor.
Espero eu por ti,
No dia mais longo de amor.
Um dia longo. Um dia longo.
Mais longo que a que temi;
Senti a mais longa onda fria,
Os mundos da minhas das minhas lágrimas,
Hoje o fogo me queimou,
Me queimou no fogo a leste.
O meu coração que ficou,
O tempo do meu coração;
Mais sopro que a minha magoa,
A noite é uma ilusão...
Mais que a que merecia,
O sopro mais distante que a minha alma.
Dominou a minha cidade,
falava eu com a minha consciência...
Da noite calma e fria a chuva do meu peito,
O céu escuro e morto da minha inocência;
O silêncio me falava que o tempo passou,
Era a noite das minhas lágrimas,
Era o dia da minha dor.
Espero eu por ti,
No dia mais longo de amor.
Um dia longo. Um dia longo.
Mais longo que a que temi;
Senti a mais longa onda fria,
Os mundos da minhas das minhas lágrimas,
Hoje o fogo me queimou,
Me queimou no fogo a leste.
O meu coração que ficou,
O tempo do meu coração;
Mais sopro que a minha magoa,
A noite é uma ilusão...
Mais que a que merecia,
O sopro mais distante que a minha alma.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Os Deveres Do Silêncio
Os deveras do silêncio. Os deveres do silêncio
É se não a amargura do meu povo,
Hora pensem, aqui estou eu;
Sentado naquilo que chamam de autocarro.
Aqui, escuto se não a voz da razão, a voz do povo,
Não, não estou a falar da consciência do silêncio,
O silêncio que me fala senão da crise política;
Na preocupação que é o futuro crítico,
O futuro medonho de baixo de uma bandeira,
E de um manto fatigado de cansaço,
Nos deveres do silêncio
Tentei ou tento não pensar.
Mas como faço?! – Sim, como faço,
Se eles pensam naquilo que eu penso.
Ao deverão pensar que de quem é a culpa,
De certo não é o do governo,
Mas sim a ordem do custo de vida,
Que vem no pacote da Europa.
Gente que passa fome e a fome ela sente,
Que alimenta este silêncio, nos deveres daquela gente,
Do futuro do meu povo. E do povo da gente!
Nesta Manhã Fria
Nesta manhã fria e ainda com
O palrar dos pássaros,
Com o cair das folhas.
O vento que soprava com a brisa
No meu coração;
Cairá uma flecha para te fazer ver,
Que para lá do horizonte os teus olhos ergam-se
o infinito da ilusão.
Cada passo da minha vida.
É tão clandestino com a alma;
Fazes parte da minha vida e nas lágrimas
Sagradas, fazes me sentir triste e tão triste.
Tão triste como o vazio cada palavra tua;
É a minha badalada como a manha da minha magoa.
A Lua
Levas o meu luar,
A noite em que se açoita;
Para o infinito dos teus braços,
Na ilusão que me deste.
Ainda naquela noite,
As estrelas se partiam desapareciam no céu;
No mar e no oceano,
Triste, alegre e parado, sim parado nesse tempo,
Que me faz sonhar beijo a tua boca a mulher
Da minha vida!
O Coração Palhaço
O coração palhaço,
É um coração sorridente;
Noites de um lago o lago da minha noite,
A noite da minha noite,
Ó noite da minha infância,
Ó sol da minha luz!
Pensei em ti,
Ó coração palhaço.
Em fontes da minha vida,
Ó noites da minha vida;
Ó sol da minha infância!
As barcas da minha infância,
Ó coração que me ama...
Nas noites mais longas,
As sombras da minha infância;
Que ama o teu amor,
De um coração palhaço.
Anjo Do Coração
Anjo porque choras?
- Não chores a minha dor.
Não partas nesta solidão;
Nas noite mais escura,
Tu és a minha ira,
Tu és o meu anjo,
Espeta-lhe o punhal no peito,
Fizeste meu coração morrer!
Quebrou-se um coração,
Um coração amaldiçoado.
Para umas flechas te lançar;
E te verte apaixonado!
Era como uma janela,
Uma brisa inacabado.
Flecha do meu anjo,
De uma ancora amaldiçoada...
O meu coração,
É mais leve que o soprar.
Do vento que sopra;
Mais forte que a fotografia,
Mais bela que a tua magia,
O fogo é interno;
Mais forte que o campo,
Mais belo que alma, e a força
Do meu anjo.
O Final Do Mundo
À quem pense. À quem pense
que o mundo acaba porque Deus quer,
E o que Deus quer é acabar o Mundo?
Não, não me atrevo achar tal crueldade,
Pode acontecer. O mundo é um lugar onde
A humanidade chama de lar. Apenas que tal
Crueldade são cometidas, vades de sangue derramadas
Pelas ruas da minha cidade.
Mortes, brigas, drogas e as drogas,
Que são dum de um mundo obscuro...
Desajeitada a dor do meu coração;
Que chega a sentir o profundo sentido,
O mundo que deverás respeitar a natureza.
À por ai gente que se acha. À por ai gente que se acha.
Que fazem da minha arte a vida impropria sina;
Dos meus sentimentos mortes, e que sofra quem tem que sofrer,
Que morra quem tem que morrer!
A vida é a margem do rio, é saberes que o teu amor
Tem seguido as incertezas do teu coração,
É que o sangue que se espalha pelo as veias cortadas
Pelo o sentimento infortuno, do mar morto da minha saudade!
Ó saudade que te que tenho. Ó saudade que te tenho.
Em margens de uma ilusão do ilusionista,
Ó morte da minha dama. Ó dama da minha infância.
À quem feche os seus olhos, mas eu fechei o
Meu coração para não sofrer para não te avir chamar de amor,
A quem amor te chama na saudade da minha longínqua cidade.
O Tempo
Estava muito frio. Muito frio na manhã de Outono
Era o dia, que dia era mesmo.
- Não me lembro, Será?
Que a minha memória é a persistência
Da minha angústia, o vazio da minha vida.
Um dia esse cansaço é medieval;
Sonho nas sombras dos meus pensamentos,
Era dia o dia do meu nascimento.
Eras tu, Tu, tu quem me fazia suspirar em cada madrugada,
Eras tu, tu que em cada dia tinhas no olhar.
A esperança e a força, a determinação do orgulho;
Eram rios de uma borboleta que batia nas suas asas,
Na imensidão do mundo, para que os teus baços se erguesse
Nas estradas longínquas, das profundezas das rosas,
Cremadas do tempo que fazia a chuva parar de molhar o meu coração.
Era numa cidade morta, vazia refugiada na voz da solidão!
Talvez porque eu quisesse ali ficar,
Ao talvez, fosse esse silêncio morto que se vazio de ouvir
Na expressão do vento, que o tempo, bem o tempo;
O vento que soprava a lestes do horizonte,
E há espera que uma alma chegasse aquela riqueza...
Eras tu, tu, que de tão longínquas margens daquele planeta
Chegas e trazes a esperança de se erguer o fogo de uma voz,
No tempo morto que inquieta a cidade do meu coração.
Não sei de nada, nada é o que se ouve.
Nas trelas que prendes ao meu coração para que lances
As ancoras nesse oceano;
Era uma onda que se levantava, erguia nas margens
Da sua dor, na batalha, no sangue que já se espalhava
Pela a cidade!
Era no teu olhar, que de mim batia a saudade,
Que os espinhos derramava em dor, não,
Não que a dor fosse forte, não que a saudade não seja amarga.
No tempo que levantou o amor da minha eterna amada.
As Estrelas
Era noite. Era noite.
Quando brilhava no céu nos tempos de guerra,
As manchas de sangue que clareava o céu de cinzento.
E era lá naqueles campos de guerra;
Que a esperança se levantava ao enxergar
A luz que se avistava no horizonte.
Era uma luz linda, uma luz que vem dos astros
dos anjos. A luz de outrora, que se avistava nas
estrelas. É ali que vem saudade de uma família,
Que não sabe se aquele seu familiar volta,
Ao se não a recebe por força dos astros a dor.
E é ali, ali e aqui que soldado olha naquela luz,
Escreve a sua angústia. Ó Deus meu Deus, diz-me Deus:
- Que Deus és tu, diz-me Deus?
Nos ventos que vem dos campos dos deuses,
Nos deslumbres das estrelas eu deixei o meu amor
A sofrer, já que és Deus, leva-me para casa para os braços
Do meu grande amor!
Estava eu no mar, quando de repente;
Se avistou uma estrela-do-mar.
Nos ventos da terra que deslumbrou os meus olhos,
Eu avistei aquilo, sim aquilo,
Que talvez foi as planícies da minha dor.
Era se não o meu coração a chorar,
De saudade, e de morte, a morte da minha estrela interna...
O Universo
Se pensa-se em ti, como hoje penso nas horas bastas.
Pensaria que o amanhã, era uma morte lenta sangrenta;
De memórias internas. Dizia-me nas mais obstinações
Que o universo, é uma simples bola que gira
Por cada segundo, ai eu entenderia que as folhas
mórbidas e peculiares, as mais lestes sorrisos
do meu passado.
Um dia, só um dia me faria entender,
Que uma maré cheia de luares
E os sorrisos mais falsos, porque os teus olhos
É quase o secar o mar...
que me faz naufragar nas terras longínquas
Do teu corpo, pensaria, não, diria com toda a certeza;
Ó mulheres da minha terra. Ó fontes do meu luar,
Dou-te meu coração, a mote mais profunda da minha infância.
Na Sombra Do Teu Dinheiro
Espero que um dia. Espero que um dia
A vida não seja a semelhança do dinheiro;
Onde os olhos rasgados de dor,
E os céus marcados pela a tu profunda dor.
E as noites vagueada pela a brisa que se faz sentir,
A intensidade desse teu olhar, vejo os teus dedos
Estão marcados pela agonia de jóias, e de olhos rasgos
De um brilho iluminado pela luzes vindas das terras
longínquas, que me fará perguntar:
- Em perguntas semelhantes ao caos, ande te perdi
Pelo o puder de não te ter, quem tem o puder a riqueza,
De ter o dinheiro se não eu. Para que esta sombra
Se desembrulhe com os clarões do meu eterno peito.
Eras tu, não eu! Eras tu, porque eu?
- Eu quero uma fotografia tua, e tu queres um carro;
Eu quero um beijo teu, e tu uma jóia minha,
Eu quero um abraço teu, e tu o puder,
Eu tenho agonia, e tu uma fortaleza.
Eu quero amar e viver, e tu queres viajar e ser famosa;
Eu quero-te a ti, e tu só queres o universo,
Eu quero um poema teu, e tu um livro rabiscado dele...
Eu quero um olhar teu, e tu queres ser modelo fintado de roupa,
Eu quero desejar-te, e tu queres desejar-me.
eu não sou nada, e tu queres ser tudo;
e tudo é nada, daquilo que eu te posso dar,
Se não meu amor, que amar-te perante esta dor.
O Naufragio
Ó tu meu pai. Ó tu meu pai.
Porque me fazes sentir tão só;
E de tão só me fazes sentir nestas profundezas
Eras tu, as noites mais longas dos ares mais respirados,
E as ondas mais inquietas, que a inquietação.
E se for sonho, se for sonho o sonho mais estranho;
A dor que a dor me mata. Os oceanos mais bravos que as gravuras,
Mais longínquas que os barcos que se perdem no naufrágio.
E os naufrágios mais sombrios dos sonhos do meu anjo.
Nestas terras, nestes exemplos, mais profundos,
Que os mares mais agrestes que a minha saudade!
Se te achas, se tu achas eu não sei, o que achar.
Se tu sentires que eu não mereço o teu belo e eterno amor.
Ó tu, eu sei que o teu amor não é amor, é um vazio prazer;
Causado pelo o naufrágio perdido em terras longínquas,
Só a noite te acompanha, o amor que sente em deveras sentiste,
As sombras do teu olhar.
A Minha Saudade
Era minha ansiedade. A minha ansiedade.
Que me deixava perto de ti;
Em todas as noites escuras e preciosas,
Madrugadas que me fazia embriagar.
Abria-se em todas portas no universo,
Que porá a magia reflectida sobre os pérolas
Que se escondia na minha saudade.
As saudades. Ai, que saudades me fazem sentir
As noites profundas, que noite...
Que noite mais longínqua que as forças desse vento.
Logo que eu feche os meus olhos em outrora
A magia que expandia sobre esse universo
Escondido sobre as noites desse interno amor.
Se o sol é culpado. Se o sol é culpado.
Que culpa terei eu! - Se me culpa, pela a culpa;
De não ser o culpado. Então que culpa tenho eu?!
Não sei, talvez seja o vento que leva as culpas
Desse sopro de saudade.
Ó minhas noites. Noites essas que me deixo levar
Pelas lágrimas, que me perco as saudades nessa noite longínqua.
Não que não queira, não que não peça;
Se quero esse amor interno no infinito das minhas mãos,
São a saudade da minha infância. Será?! - Será que tenho razão?
- Não é que não ame, não é que não me apaixone,
Até que o sol sinta a saudade desse amor perdido.
Será que me entendes?! O que entendo por amor, que vai e vem
Morre nos naufrágios, desse céu infinito, desse vadio sentido
Que é estas saudades...
Numa noite. Numa noite.
Nessa noite que te quero, não que é noite;
É escuro e sombrio nas sombras do meu ser.
Não é que não sofra, não é que chore,
E se chorar, choro a dor interna.
Será que sou Homem? Eu não sei.
- Se sou, porque sofro. Não o faço, porque sou homem,
Ou porque sou um ser humano. Quem ama sente a saudade,
Como eu sinto da minha dama.
Amas-me?! - Por favor responde:
- Será que me ignoras, porque chora o amor derramado.
Se folhas são folhagens. Se folhas são folhagens.
Então falo com a alma, a alma que deveras sente
O porto de abrigo a infância da minha saudade.
O Beleza Humana
Era em terras longínquas. Em terras longínquas.
Que vi a luz dos meus passos as lágrimas opostas
Pelo o passado. presente nas madrugadas.
- Onde eu exclamei: - Lua, Sei que as madrugadas eram a tua escuridão,
Onde a tua alma descaía pelo horizonte das tuas horas bastas.
Ai o teu olhar sereno, me falou.
- Olá caro senhor. sou a lua tua nua e mensageira mensageira,
falo grito e acredito, que a alma é do meu porto-seguro.
Nada esta escuro nem sombrio, apenas dei folga ás minha pequenas estrelas.
À entendo. Disse eu com o meu olhar inquieto,
sabe Senhora lua, não que seja inquietação, nem é uma profunda solidão,
Falar da beleza humana à beleza da minha gente.
Era um belo dia, um dia de cada dia, sem que seja dia a beleza que finta
No rosto da humanidade, eles são belos.
A beleza que não se vê, nem se infinita, com a cor de estrelas
E o olhar dessas mulheres. São mulheres tão belas,
São céus inacabados, será que ninguém vê aquilo que eu vejo bater...
E que bate o coração da beleza humana, os mares das imaginações.
Cada gota de chuva. Cada gota de chuva.
É a importância das folhagens,
É o vento que se sopra pelas terras que não são minhas nem tuas.
São as terras que foram descaídas pelos oprimidos;
que sufocam a beleza humana.Tal beleza são as profundezas
Que sobressaem dos seus olhos... Das âncoras presas no oceano.
E sol morto sem brilho do brio, mais obstinados e destinados,
As grandezas desse sol que dói meu peito machucado;
Pelas flechas mortas. Procurei as magoas da beleza negra,
E por de trás dessas palavras sabias, escondidas,
Assim pensaria a andorinha que voa... voa;
Sem que o destino seja o arco da minha infinita solidão!
Essa Flor
Era a minha rua. A minha rua.
As borboletas que voavam...voavam, por este universo
Distante, sem que proa seja as folhas que seguem os
Ventos, que se sopram por este infinito!
Sei que é os teus olhos. Os olhos que me fazem enxergar
As margens de cada flor. Não, não existia em me perguntar
Tão exaustivamente e completamente apaixonado;
Por este jardim... Ele é um mar de rosas, é o jardim
Mais completo e belo que os meus olhos já enxergaram.
É como se a raio de sol é as margens da beleza,
Que me finta as mais puras cores do arco-ires.
Essa flor. Sim, essa flor.
É a flor mais bela que os meus olhos já viu.
Ela não é de cá, é de outra galáxia, de uma galáxia pura,
E coberta de palavras escritas por ele;
Quem será ele? - Não sei...
O que sei é que o meu coração não quer sentir o
Que sentia, o ódio, o medo, o vazio, o sofrimento;
Tudo porque o teu amor é o infinito longínquo,
Que o meu interno ser conheceu o jardim que ama e sente.
Pra lá dessa magia negra do amor que não é o meu,
Mas também não é o teu, nem de ninguém. Se não ilusão.
Ser Pobre Ao Rico
Era uma pobre alma. Uma Pobre alma.
Que andava por ai, e por ai se perdia;
como se o tempo fosse uma lágrima,
Que esperava por ti...
No entanto, a tua ausência fez o meu coração derreter,
A esperança que ainda andava pelo o meu peito.
Não tenho nome, Como me chamo? - Não sei.
Sinto e pressinto que as minhas memórias serão como o
Oceano em que os sonhos serão como uma noite escura,
E cheia de dor, solidão abstracta profunda sabedoria
Da riqueza da minha interna amada.
Não tenho dinheiro. Não tenho Dinheiro.
Rico não sou, sou apenas as memórias de um poeta
Que sonha em rico vir a ser.
- Rico?! - Rico para quê?
- Porquê?! - Se nem o dinheiro compra o que realmente queres.
Podes ter carros, casas, jóias, viagens;
Mas não compras o que realmente interessa.
O amor verdadeiro, os beijos verdadeiros, os abraços verdadeiros;
A paixão verdadeira.
Amor é dor, é a riqueza que nos surpreende a cada estante,
A cada minutos, por cada segundo, o amor é a esperança que cresce;
Nos tempos de outrora...
Que nos faz reviver o dia, o dia de cada dia, o corpo que aquece como o sol,
Amor é a riqueza que nos faz permanecer unidos, a vida e nos faz crescer.
Assim diz o poeta: - Antes de morrer sem ser amado, e nascer para ser rico.
O Tempo Que Todavia Se Esqueceu
Esquecido no tempo, como todavia as âncoras de um barco.
Era talvez como as lembranças de uma insanidade,
Repleta de dúvidas. Mas o que me esquece, não são as palavras,
Ou um sentimento, já muito morto;
É como os caminhos que o vento sopra nas águas,
Sentidas dos mares de naufrago,
O sol é tão brilhante como o tempo, o futuro,
Que incrivelmente ardiam como boinas de umas lanças quebradas,
Pela força, que todavia ficou no coração de um rei.
Um rei que morto pelo sufrágio, que se ergue
Nas forças de uma mente perdido no tempo.
Certo dia distante para que outrora reclame,
Como se águas do mar distante, manchadas pelo seu sangue.
Foi tão desprezada e amargurada as lanças da ilusão,
E eu, que fechava os meus olhos que caminhava tão firmemente;
E sentia que a chuva era tão profunda como a mancha de uma castelo,
Assim perdida em tirania nos braços da sua doce mulher.
Uma Flor Murchada
Era como uma folha, uma paisagem.
Uma rua coberta de flores murchadas,
Histórias escondidas sobre um olhar que amou,
Nas noites mais enoveladas que o próprio
Sentimento. E numa manhã, o meu corpo sentia-se cansado;
Era com se a chova que levava os meus pés
A sentir-se como uma âncora atirada ao mar.
O jardim que se evaporou;
Era no meu peito um espinho que afugentava toda a luz,
Que iluminava o luar e porque o pudor da dor,
É hoje um manto escuro e negro,
Como as vastas recordações da minha infância.
Cada dia a semelhança da terra
Com uma galáxia, é tão extinta.
Evapora-se como um fumo
Que envenena todo o jardim numa só lágrima;
Mesmo que o vento sopre na margem da esperança.
Ou que as palavras que banham as flores murchadas,
É quase como um caminho devastado de buracos e
Nas profundezas da minha infância...
O vapor de um nevoeiro é quase uma linha entre
Os céu cobertos de mantos que aquecem o meu coração,
Destina-se as asas de uma liberdade!
Que um raio de sol. que brilha em seu esplendor
Todo o caminho que cresce nos aposentos do meu céu,
E vive-se nas terras de um poeta, de uma flor murchada.
A Verdade Do Meu Coração
Num dia de sol, tu pairas sobre o meu coração.
Onde as terras que se afirmaram como um espelho;
Na semelhança de uma âncora espetada no meu peito,
De uma janela aberta. Porque fechada!
Sei que é como um reino proibido, que tenta se infiltrar
Nas vastas e tenebrosas sombras do universo.
Porque os meus lábios, tentam esquecer as pétalas
Que são a verdadeira razão. Porque te amo...
Se a noite é uma luz inesquecível, então os teus
Assombrosos abraços é como um caminho inatingível
Para entrar no teu coração e escrever que nunca te esquecerei.
Estava naquela terra onde pegava a pá,
Cavava e cavava onde começava aparecer um buraco.
Era tão escuro que parecia as profundezas da terra;
Ou algo semelhante!
Talvez seja um vazio, ou perplexo,
Dos meu olhos, mas a confiança se ergueu pelo o horizonte
Que assume pela linhas da minha alma, para te ver.
Mesmo que o mar não queira entender,
Que os barcos que sofreram pelo o sufrágio, os mortos que por
Ali boiaram eram filhos de alguém e pais de alguém.
No entanto, mesmo que o sol, o sol não queira brilhar
E que alguém sofra da mesma sonolência, que conte as estrelas
Aquilo que eu conto a verdade do meu coração!
O Fogo Do Meu Coração
Numa noite, no céu caio uma estrela cadente.
A lua triste, sem brilho fintava no seu corpo
Um manto negro que te chamava durante o seu sono;
Para que o infinito nunca se esquecesse dela.
A lua rasgava o meu peito sobre as chamas que ardiam
Durante a sua tristeza. E logo ali eu me perguntava:
- Ó lua, que choras tu, o teu pudor?!
- Que dor?! - Diz-me por favor:
Que dor que sangra no teu coração?
- Diz-me: - conta-me para aliviar o teu peito;
Que jeito posso eu fazer te sorrir,
- Diz-me: - arranca-me todo a sabedoria
bem dita a poesia, que ama o fogo da paixão!
Por cada carta tua, o meu coração gelou o tempo.
O fogo, arrogância é como raio perplexo de uma palavra amistosa.
Talvez seja o finco da verdade, mas a estrela é como
Um fogo que ardia nas lágrimas que prosperamente é como o seu
Esplendor, porque na margem de um amor verdadeiro;
Se encontra uma asa dourada pronta para voar.
E se puder é como um universo, que encontra um beijo molhado,
E se evapora para que a alma encontre-se todo o amor de
Um fogo do meu coração...
Uma Flecha No Meu Coração
Escrevi tanto! Mas tanto, que em todavia
O meu coração se afogou em lágrimas.
Os meus passos fez o tempo parar;
As melancolias que arrastavam o arco-íris
Para as profundezas da minha solidão.
Parecia uma flecha quebrada dentro do meu
Peito, que ardia constantemente,
Sem que arranha-se o meu rosto.
No entanto, o meu corpo suado. Parecia
Um rio seco coberto de ouro,
Porque um vulcão cobriu toda a margem
Do ar que aquela interna amada escreveu
Por detrás das estrelas.
Numa praia, a margem foi coberta
Pelo vento vindo do leste.
Levantava o faraó todo o astral,
Do céu coração, para que o céu dividisse
Todo o esplendor do universo;
Que tinha tirado da sua alma.
Faraó por si exclamou:
- Ó mil gravuras, distantes das minhas palavras.
Ó mil poetas que em vós encontrei,
Levai estas flechas românticas para a minha amada...
Ainda que faraó chora-se, ou que chovesse,
Flores nos horizontes vindas das estrelas...
Era a felicidade vasta de um faraó,
E da sua amada sonhadora!
O Tempo De Faraó
Faraó, ganhou ou perdeu no seu tempo.
Não sei! - Faraó, dizia num tom tão dolorido:
- Como vou eu dizer, o que mal digo.
Mas deixou o tempo correr de oeste a leste;
Como se o vento espalhasse a grandeza
Da minha bravura.
Ainda que a morte do meu povo manchará
Nos meus olhos a sua tristeza;
No entanto, olhai, sim, vende com os vossos
Olhos. -Como o meu povo esquece a dor,
Ganhando a força de mil vulcões.
Onde os ventos que norte a sul de agreste a nordeste
Escorre-se o esplendor do coração de faraó.
Uma pérola foi encontrada, vinda dos tempos
De faraó. Tinha a sua marca escrita;
Uma grande e preciosa mensagem que faraó escreveu
Para a sua amada...
- Meu amor, meu interna amor.
Não tenho mais grandeza, só a jóia que sempre
Guardaste no teu coração, Um dia a galáxia ficará
Coberta sobre um manto azul definhado de penas de aves.
Ou de um cobertor todo enfeitado de luto;
Sobre as terras lotadas de sangue das guerras,
Tão absurdas e obscuras, que vem destruir o nosso
Amor... E os culpados, sem terem culpa de nada.
Os que julgam se fora da guerra nelas estão,
Mata-se Crianças inocentes. E eu faraó;
Entendo que a terra se sinta definhada de dor,
Assim me deixarei flutuar pela sombra que o vento
Que me guiará pela imensidão do meu espírito que sempre
Esperará por ti nas terras longínquas do paraíso.
O Silêncio De Portugal
Estava eu ali encostado, nada se ouvia.
A não ser um silêncio que abafava até a respiração.
Ainda que fechavas se os meus olhos,
Que o sono seja a voz iludida sobre os rasgos de um povo;
No entanto, bastava ouvir um zumbido,
Que o silêncio logo cobria a luz do dia
Nas assombrosas marés de Portugal!
Logo ao entardecer, ainda que encostado
Aquela parede, o meu sonho predominou
Até ao escurecer da noite.
No entanto, foi por ali que eu pensei para mim:
- Quem me dera puder voar, puder voar sobre
As terras que me viu nascer, sobre as águas
Que me virá cobrir as cinzas. Quem me dera
Que o povo de Portugal embarcasse sobre
Os horizontes.
Mas nada, nada me dera mais alegria que
Apropria felicidade;
Que cobrirá o coração dos portugueses.
Ó luto que não seja mais do que a ilusão,
Para que o pranto do fado não morra no silêncio
De Portugal. E que a voz seja sempre o orgulho
Do povo Português.
Eu embarquei sobre águas portuguesas;
Procurava sobre as abundâncias uma história,
A história que cobria as sufrágios
De um povo que sofria solenemente.
Mas os barcos estavam partidos, esburacados,
Como as estrelas que cairá sobre o manto
Da escuridão...
Mas um dia, um dia, não chegará para ti
Porque amar Portugal, é para todavia a vida,
Que ama e quem sofre, e quem sente mente
Que as águas salgadas marés de Portugal.
Poemas De Amor
Estava no fundo da minha alma,
quando o entardecer evadiu a minha inspiração.
É como uma luz de outrora, que brilhara no corpo de um poeta...
Se no fundo do canto a luz de esperança é uma vista coberta de negro,
que escurece o esplendor da minha mão.
Na mais vasta definhada dor do meu coração, em cada estrela;
É como uma manto no meu peito que aparece a tua imagem, que se
Mantêm como uma névoa no esplendor do meu amor.
Não sei como o sei as palavras que me fazem chorar,
Não sei como não respira a intensidade do meu amar!
Mas penso em tardar, naquele no entardecer,
Mas sei que nas minhas melancolias existe como uma pérolas,
Do meu coração, ainda que seja noite,
E finja o meu medo no amanhecerá do meu porto-seguro,
O infinito amor louco... O louco amor que de mim se entranha.
Existe um amor desconhecido, um mistério dos Deuses.
É quase como descobrir a luz de pandora, que há muito adormecido;
Por entre as profundezas da terra, e na mente da gente.
O amor é dor, é sentir, porque se não seria apenas um vazio.
Um vazio coberto por outro vazio, mas que nos cobre inteiros,
E que lentamente nos deixa abeira do abismo.
E quando cair-mos apenas a mente desleixada, perto de uma rotura;
Porque o amor é viver, é sentir-se, é gostar de estar com alguém,
Não importa quem. Mas sim, quem dizemos amar!
Ou então podemos cair na paixão, a paixão é um fogo banal,
Mas que nos sobe as entranhas do corpo e nos deixa sem direcção.
É caminhar-mos em direcção há cama, suados como lagos secos pelo
Fogo que arde intensamente, é como um vicio consumismo,
Mas tão real, que nos tira a noção da realidade e da ilusão.
É como se a sua beleza estivesse estampada nas estrelas;
Porque a sua imagem é tão bela, que em cada uma delas podemos
Enxergar a sua beleza perto da lua, e a lua perto delas,
toda enciumada, com tamanha beleza que lhe rouba o infinito dos
Céus, mas que dentro dela, enfeitiça as chamar deste eterno amor.
A Minha Infância
Ó tempo?! - Quanto tempo me dás?!
Ainda que a minha infância seja uma recordação;
De uma cidade perplexa e coberta pelo assombroso silêncio.
Em cada dia, os céus estão cobertos pelo o medo do coração.
Ainda que estivesse no sopro do meu ser, ou pelas ternuras do horizonte.
Começava a clarear nos meus olhos, as imagens era uma fusão
Do universo. Com a linha definhada pela galáxia.
Será?! -Não, o que poderá ser aquela imagem?
Que imagem que enfeitiça todos as batidas, e âncoras quebradas
Que atiras-te ao mar. Talvez sim, talvez não.
Quem sabe o que vai na infância de um poeta?
- Quem sabe o que escreve um poeta.
Nada, a imagem é a semelhança do meu coração que ama dês de criança.
Ainda ontem, atiravas sobre o pranto que enriquecia o sol.
Brilhava constantemente ao ponto de mentir que nem gente;
Escrevia a infância, a infância que dita pela magia,
E das asas douradas, prontas a reflectir a parir do oceano.
Quererá Deus provar aos céus que os poetas na terra têm o seu leito;
Que aquece aquela criança, que baloiça dês da sua existência e
Nas melancolias dos deuses e dos céus.
Quem quererá ler o que escrevo, se o que escrevo é o livro do meu ser,
E não sou poeta, nem sonhador, é mais que um ser apaixonado.
O Puder Do Meu Coração
Hoje, sinto que os meus braços
tem grande puder.
é como abundância de uma linha definhada,
que faz os meus sonhos desflorescer o tempo...
talvez, seja como âncora atirado ao mar;
ou talvez seja uma pérola atirada,
sobre as sombras que por ali paira.
E por de baixo daquela árvore.
A assemelha-se do coração ao puder,
Da paixão, é que ele, se perde nas margens
De um fogo formoso; de um pudor morto
Que sinto nas veias de um poeta,
Que sente nas marés de desse amor!
O meu coração fez o céu chorar a sua dor.
O meu coração fez o palro a sua malícia;
Chorar era a chuva, chorar era a magoa,
Que leva a minha profunda tristeza a magoa
De um sonhador.
Sentir o vento, era como os rios no meu
Naufragar, onde senti um profundo escuro.
No sob mundo;
Que esta no meio da terra e talvez seja o
conto meu pranto, e nas minhas mão cheias ou vazias,
Perante uma enorme solidão...
Que levarás em pedaços o bater do meu coração!
O Teu Beijo
- O que quererá o teu beijo dizer?
- Será que é amor? - Ou será dor?!
Nada cinto para além desta angustia;
Que lentamente esbofeteia a minha mente,
Deixa num estado de dormência.
Talvez seja aquela estrada longínqua
Que definirá o quanto o pranto brilhará,
Na imensidão dos teus beijos;
Não, não queira sonhar mais.
Se sonhar o sonho será a clemência;
Das palras daquela gente,
Que diz que o nosso amor morreu
Ao murchar de um beijo.
Ainda que o teu beijo me enfeitiça.
E me deixa perplexo ao chão,
Caído nos teus braços os reinos,
Vindo a magia do nosso amor.
Não, não sei se é amor. Ou dor!
Mas sei, que cada lago secou nos braços
Do meu legada negro, fintando de lixo.
Perdi-me no meio livros e nos mantos
Da cidade, que o universo se encadeia
No profundo beijo e nas guerras do meu sonhar;
Leito pelos céus, as margens das minhas palavras
Que Encadeia-se pelo nosso despedimento,
O beijo da minha mulher.
Não que eu ame, ou falarás, valerás metade do ser Amar,
Que amei, no fundo da minha paixão.
As Folhas Definhadas Em Memórias
Havia folhas definhadas nas memórias.
Como as recordações mais abstractas da minha vida;
Não sei o que mais pensar, porque o devo fazer,
É como um nevoeiro perplexo ao meu chão...
Talvez porque as minhas lágrimas derramam
Como um sopro colado, às impróprias melancolias
Do meu peito. Era como uma triste história,
repleta de um ramo, que já mais sairá no manto
De arvoredos a escapar-me da minha mão!
Seguirei como as vastas visões, o que bate na sua
dislexia, para que o futuro as folhas caídas,
Não cravem dentro do meu ser.
Ó vergonha das minhas profundezas lembranças;
Se cair os raios de sol, que seja o impróprio;
Sentido da vida, para que a vergonha...
Não seja mais que uma ilusão.
Quando dos teus beijos, quanto aos teus beijos salgados
Direi numa palavra não muito distante
Que nunca te amaria para lá da minha vida.
Hoje não posso esquecer, não posso esquecer o que és.
Porque te amo tanto, o quanto o tempo me deixe
Escrever nas folhas rasuradas. Nas mais vastas
Recordações de amor, amar é como uma palavra mais abstracta,
Que diz nas âncoras do meu desfalecer.
Porque o que sinto o bater no fundo da minha alma.
Como te esquecerei, sim, como te esquecerei,
Não direi mais nada, porque te amo internamente.
Quero ser mais que um poeta, quero-te ter;
Mas a vida nunca se esquece que brilhas
No pranto dos meus braços,
És bela como direi, mas falo baixinho a dizer:
- Morrerei ao anoitecer, porque leu o que dizia
As vistas mais distantes que o sopro da minha vida.
O Acordar De Faraó
Acordava uma bravura. Acordava uma bravura.
Que se assemelha ao amanhecer;
Era como as nuvens que brilhava e que
Nas mais perplexas conversas e radiantes raios
Que outrora, acordou faraó, brilhava nos seus olhos.
A magia que as nas fontes cresce nas melodias mais pavorosas;
Seja as linhas definam dos seus reinos.
Andarei eu por aquela estrada.
Ande me levas faraó no seus braços,
Dormir como um anjo os lados de uma estrela...
Em cada sentido do meu viver acordava-se num pesadelo;
Que obstruí o meu medo, e na força de faraó, dizendo:
Embarca!... Embarca!...
Que embarca nos meus mundos mais belos,
Castelos mais perversos,
Desejos no acordar de faraó.
Acordava nos tempos mais longínquos,
Que a barca de faraó.
Embarca nos tempos mais reinados
Nos tempos de outrora!
Meu senhor, que de ti me perco.
Ainda me infiltro nas mais longínquas palavras da
Poesia de Portuguesa;
Embarcou nos meus tempos,
As barcas dos rios e que mais me fazem
Sentir ó castelo medieval...
Nas noites mais cinzentas, nas mais termináveis que a minha dor,
Matarás o meu coração na morte da minha alma.
No Fundo Do Meu Ser
Era uma intelectual e vasta maneira de pensar.
O cansaço é como uma chamar ardente;
Que desliza pelo corpo Sedado pela determinada lágrima
Do meu passado...
Um dia, os meus sonhos foram definhados pelos espinhos.
Como os caminhos longos que tenho a percorrer,
E sem uma luz que se possa enxergar o fundo do horizonte.
Porque em várias distâncias é de um cumprimento;
De uma saudade que me faz flutuar pela imensidão do universo.
Procurei nos vastos e determinados lugares as âncoras,
julgadas pelo azulado céu o esplêndido sentido do meu ser...
Porque o fundo do meu ser é como as profundezas do meu reinado,
Que abraça o teu corpo nu, e se afunda nas pequenas gotas
Do meu coração.
O fundo do meu ser. Na fenda do meu tardar.
É um veneno inquietante no meu peito,
É como um campo verdejado que se infiltra nas células,
Mais obscura que o fundamento do meu interno coração;
É como a frustração, que invadiu o meu leito
E que devastou todos os meus sonhos,
Para as planícies de uma galáxia, que se apoderou
Do manto da minha riqueza. Era como os teus olhos de oiro,
Que faziam os meus entardecer, pelas pegadas e esplendorosas
Estrelas que iluminam os palro da tua voz.
Nunca Te Esqueças De Mim
Nunca te esqueças de mim.
Sim, nunca te esqueças de mim;
Se te esqueceres de mim,
É porque já nada sentes por esta pessoa.
Ainda que paira sobre esta névoa, às mais vastas
Pérolas de um navio...
Ó tu, sim tu, meu amor mais cego que o meu coração;
Mais distante que minha ternura.
Ó tu, que abstrais a minha vida de um ângulo da minha morte.
Foste as profundezas da minha solidão que me deixaste
Preso a um cordão que não desata esse nó,
Que arde de um amor, mais distantes que horizonte.
Nunca por lá passei! Mas não tardará em passar.
Olhai bem a meta do horizonte, dizei-me o que enxergai?
-sim porquê? - Porque paira uma névoa que gela onde
Toda a verdade do meu coração.
Não, não quero por lá passar. Ainda que passe, nada tenho
nada que fazer naquela escuridão...
Sei que o universo é uma linha distante, que ao entardecer
O meu dia, sente-se num luto devastador;
Que arrasa toda uma fisgada inesquecível-mente
Um veneno fatal.
Numa semana o meu pranto é como um raio
Inesquecível-mente penoso para o arco-íris,
Brilha a morte, mais presa que infinito
Mais leve que a morte mas nunca te esqueças de mim.
Porque Me Tratas Assim
Havia tantas e tantas recordações.
Havia o cansaço do meu corpo, doente talvez;
Talvez seja a febre do meu coração.
O meu manto é coberto de estrelas que mais parece uma noite,
Escura sem vastas palavras para me lembrar;
Sou talvez uma recordação. não me perguntes!
- Mas é como uma devastação, talvez um temor de terra, ao talvez
Um rio sangrento de algumas discussões.
Ainda que pergunte: -Porque me tratas assim?
Sim eu amo-te, e não mereço tal insolência,
Porque me matas esta chama que arde constante.
- Porque? Não me perguntes:
- Mas é como uma carta longínqua que se evapora como
O sopro da minha amargura.
Era de tal insolência, os modos de uma eficácia definhado
Pelo cântaro do meu coração;
Ó fado da minha morte. Tu que cantas sem moraria,
De um canto ao qual me expulsou desse meu lar,
Que acho que posso chamar lar, a vergonha do desenvergonhado,
Que talvez o sal marche, e brilhe como brilhará por de baixo desses
Sismos, que criou estas abundâncias que transborda este coração.
E porque continuas-me a trata assim?
Porque assim que me trates o meu interno amor.
A Distância Que Há Entre Nós
Nunca estendi as minhas mãos até ao ao limite do horizonte.
Era como rochedo que começava a verdejar no musgo
Da minha burrice, pela planície da água;
Apercebi-me que o meu choro, é o significado do meu passado,
Era como a terra giratória, e que em cada passo que existe
Da distância que há entre nós.
Numa ravina me atirei, foi tão impensável;
O fiz o que fiz, que até a lua chorou.
Que ainda pensou em contar ao sol.
-Será que devo contar. Não sei,
Ainda que na naquele instante, o sol brilhava constantemente
Em seus raios. Porque a brisa é como de um plural,
Entre a felicidade abstracta do seu universo;
Criada de uma infelicidade a pôs o seu luto,
A morte é estrada sem regresso, o progresso, que abstrai as âncoras
Da minha saudade!
Porque te esqueceste de mim, sem fim. Eu não sei!
- Sei que nada sou para te amar. Mas o que sei que sou,
Ultrapassa essa imaginação tão fértil...
E não, não quero brincar, não quero-te enganar;
Apenas quero possuir esse teu corpo, quero beijar os teus beijos,
Quero sentir o teu perfume, quero reflectir o seu esplendor
Sobre a ausência do meu corpo.
Não, nem penses em esquecer a noite, porque a noite
É um relógio que relembra o nosso interno amor.
Sei que me culpas, sei que me culpa pela tua dor;
Pela dor do meu ser, a verdade forma do meu ser,
Ainda que me consome cada pedaço de carne que exista, reflicta,
De um tédio abstracto, pois eu sei o que não quero saber
Mas tu sabes, tu ó mulher da minha vida!
- Não não me deixes pairar como o palro da sua insolência...
Porque as asas definhadas são como as brumas de uma pena,
já em cinzas, porque tu, tu és a distância do meu entardecer.
A Nossa Amizade
Estava um dia muito quente.
Um dia não muito distante daquele que me lembro...
Era quase como uma ruína demonstrada as linhas
Do meu coração;
Porém, as minhas memórias é quase uma mão cheia
E outra vazia.
Não te consigo esquecer é verdade, mas as tuas mãos
Formosas é quase uma palavra a beira de distinção.
Não, não consigo esquecer os teus lábios, não deixo
Se sentir as borboletas de um raio de sol...
Porquê! - Sim porquê? Que este porquê não é mais
Que uma virgula do meu coração.
Cada história é um livro aberto, de uma amizade perplexa de um
Ser humano... Sei que a voz que ouço, não é mais que um singular
e perplexa, sentida, que onde é constantemente confundida num circulo,
Para que os teus abraços me deixem caídos de amor.
Eu estava ali, ali por de baixo daquela árvore.
Cansado do meu desassossego;
E a espera que uma brisa levasse a minha mente
Por este universo.
Ainda cansado, o meu rosto perdido nas margens das minha lágrimas,
E esperando sobre as folha, que esperará de um oceano de paciência.
Porque, para melhorar a esperança da minha imensa sanidade, ainda se espera...
Sei que certo dia, a minha distância será como as estrelas
E a lua, tirá que renascer para lá do horizonte;
No entanto, no entanto a tua amizade renasce, cresce,
No pranto que outrora me levará para junto de ti.
A Minha Ansiedade
Ó vida ingrata! - Mais abstracta que a minha obscuridade.
Mais leve que a palma da minha mão, o sopro é uma
Brisa constante que passa no fundo do meu corpo;
Estarei eu certo da minha incerteza?!
Estarei eu certo da minha viajem!?
Não sei!- Mas sei que tenho um longo caminho a percorrer...
Estarei eu já no fundo da minha infância!?
Não, não creio em tal coisa possa acontecer,
Posso sim estar ainda no princípio dos teus beijos,
no Cariciar a tua pele macia, no tocar da longitude e
Das batidas deste amor enfermo.
A minha ansiedade. A minha ansiedade será pela certa
A minha morte, a minha morte cobrirá sobre a cidade
Uma tal escuridão, que uma praga que arranca do meu peito
Todos os espinhos, que fazem o meu coração
Sangrar de tal é dor.
Como andas tu?
- Quem eu? - Tu não. - Mas tu!?
- Mas eu quem?
- Quem é essa pessoa? Mas quem é essa sombra que tanto é enferme
Aos meus ouvidos.
Não vos recordais?! - Não vos recordais mesmo.
Pensai naquele céu chuvoso, naquela ternura vasta perdida
No brilho das mais belas flores dos meus olhos.
Pensai nas mais belas e cintilantes estrelas que têm bem lá no céu
E bem longe dos teus olhos.
Como poderei eu ver. Sim, como poderei eu ver?
Como poderei eu ver essa tal estrada, como poderei eu ver,
O que há bem lá longe desse horizonte.
- Digam-me por favor!
Meu coração tem uma tal ansiedade de sentir o seu perfume,
De abraçar o vento e voar...voar... Voar. Como poderei eu parar o
Vento? - Como poderei eu amar esse céu infinito da ansiedade
Amo-te tanto, mas tanto que te amo, bem no fundo do meu amar-te!
Estou Há Tua Espera
Estava eu a caminhar solenemente.
E ouvia-se apenas um pequeno palro, que me deixava desassossegado;
perdido no meio da noite, e as lágrimas eram como marca do meu passado,
Frustrado, Até no linear do meu imenso cansaço!
- Serei eu tal culpado? -Porque não te espero, se te espero,
Desespero, ou morro; de tal angustia, porque a tua ausência é como um
Raio caído neste temporal de amor...
Quando fechava os meus olhos, os meus sonhos eram uma ternura derramada,
E entrego-te o meu coração com todo este medo inquietante que é esse teu sorriso.
Sim eu te espero, espero, até ao limite do meu linear;
Espero, espero até o meu corpo sentir um cansaço, espero até
que as minhas mãos gelem, mas que se agarrem como pedra a está âncora
Que atiras-te sobre o rio que banha o meu peito.
Espero de corpo e alma, mas não, não espero de uma alma verdadeira.
Espero, apenas espero, de uma gota de esperança que que renove intensamente,
E com todo o esplendor do seu eterno ser.
Foi bem lá! Bem lá do fundo dos meus olhos.
Esperarei tanto, mas tanto, que até os meus ante passados Avistei.
Estava numa barca, numa barca não muito equilibrada,
Equilibrava apenas o destino, e naquele que eu amparava a alma;
Na minha mão! Ou na tua mão, estava uma flor muito elegante,
Olhai bem, vende o que tendes, não precisais de ver. Apenas tendes
De sentir o que esta volta deste universo...
Nunca vou ler o que tenho para ler, se ler mais parece uma floresta
Em cinzas, que pairavam nas vastas palavras pela oscilação de uma folha
que veio do meu sopro. - E onde estas tu!
- Estou há tua espera. Há tua espera eu fico aqui. Não, não tenho castelo
Nem amparo para te dar, tenho apenas uma grande tristeza,
Porque estas tu a morar na rua, choro sim, deixai-me chorar,
Deixai a minha alma chorar, E tentarei estender as minhas mãos,
Quer de dor, ou de outro de amor. Que amor que espera, enquanto partia sem ti.
A Chuva
Hoje esta a chover.
Que caia essa chuva. Cai neste inverno constante;
Deixando as flores saciadas de uma cede, o pranto era tão
Parecido com o paraíso;
Mas as asas definhadas de penas que iludiram o sopro desta bela cidade.
Aqui estou eu, é verdade, aqui estou eu parado.
À espera que a chuva pare de me molhar. Se não parar,
Ao menos que seja para limpar todos os espinhos
Da minha alma...
Varriam nos mais límpidos desejos no meu escrever, escrevo de uma
Alma pura, numa folha de ouro que brilhará nas maiores
Lendas deste poeta.
Haverá por estas terras. Haverá por estas terras um herói;
Uma camuflagem que abstracta aquilo que sou,
Cai ainda essa chuva, deixa cair nas malhas do meu
Querer, para nunca mais te esquecer!
Estou a passar pelo inferno, a chuva já é uma marca
Em mim. Não consigo esquecer o passado, e o passado
Não me esquece...
Estarei eu já no meu limite?
Não, não me parece. Mas se ficas nesta circunstância,
A chuva já será uma lembrança de ti.
Queria eu ser, ser o que sou, amar-te, esquecer-te!
Não, nem que sinta em mim um raio, nem que sinta em mim
Uma lágrima exposta ao palro do meu coração,
Nem que acha mil e um mistério que se envolva nesse mistério,
conturbando esse silêncio que me asfixia lentamente;
Até que cada gota dessa chuva passe, e ultrapasse o dor profunda,
que te arranca o sono, antes mesmo de fechar os seus olhos.
O Marinheiro
Andavas por estas terras.Andas por esta terras.
A vagar.A vagar por estes mundos longínquos,
Ainda que a solidão seja o retrato dos meus olhos
E o oceano que me embala naquela madrugada.
E eu vou dormir, feito um bebé naquela nuvens.
E o barco que naufraga sobre os passos da minha ternura...
Ainda que procure no fundo desta terra,
Ainda que a terra seja um mar morto
Das profundezas da minha fraqueza;
Porque me tarda saber, o que sei é de um sentimento
Preso ao meu perplexo coração, serei eu,
Serei eu tal culpado desta agonia?
Mas o que sei, é que o céu escurece no meu tardar,
Escurece os espinhos que fazem sangrar o coração do marinheiro.
Ó tu? - Tu marinheiro desta terra.
Senhor desta abundância sabedoria...
Ó tu, que levas nestas mãos formosas,
Caminhos longínquos dos meus olhos até às profundezas
Desse oceano...
Chovia, chovia por várias e várias áreas do meu pranto.
Molhava-se as assombrosas esperanças dessas marés,
Tu que caminhas pelas terras. Ó marinheiro...!
Porque choras a saudade deste mar longínquo.
Não me faças entender o impossível abstracto do meu coração.
Podes chorar, sim, chorar!
Mas não chores está calma, que naufraga a tristeza da embarcação,
Deste marinheiro que morre no sufrágio;
Desse sonho abundante de quem por ti cantou
As brumas desse hino.
Ilusão Do Coração Palhaço
Ainda que na sua guerra.
Ainda de faca e de armas e de pontas de estilhaços de sangue.
Ainda que os fortes oprimem os fracos, ainda que
Fracos sejam os escravos desta sina que é vida.
- Onde paras tu?
Tu, que és Deus! Tu, que dizes entender
O coração palhaço, palhaço sim e não,
Não é nenhuma onda fria, é reclamada de uma tal abstinência
de penas e de obstinados que cansaram de tal melancolia
Que pairava sobre os seus olhos.
É de tal fraco! - Fraco esta humanidades, fraco
De pensar que a guerra é uma área de Galáxias.
- Quem és tu?
Quem és tu para entender o que sinto,
De tal palhaço é este coração apaixonado, apaixonado
Por este mundo incerto que vive a ilusão do meu ser
Como é que a morte é de tal Abstinência.
Uma floresta em cinzas que outrora foi o meu jardim,
Chorar, sim, faz-me esquecer esta angústia do meu paraíso
Queira Deus; queira Deus que eu possa caminhar,
Que possa esquecer as feridas do meu peito que vai
Embarcar nessa brisa a esperança para mergulhar
Na felicidade...
O coração é tão palhaço. É palhaço como as vastas melodias
Do teu silêncio, Ouço apenas o teu roçar nas âncoras
Espetadas na minha alma.
Procuro não ser como sou, se sou, esqueço nas mãos
O segredo do céu, amar-te, amar-te esquecer-te seria
A morte abstracta que é intelectualmente
Não mentira, à palhaçada da vida.
Palavras Soltas
Desconfio da minha própria sombra.
Desconfio da minha própria sombra.
A verdade é tão sinistra como a pureza da minha alma.
Solta-se as palavras, navega-se no mar-auto.
Desconfia-se do nevoeiro vindo expoente das asas;
Escassas melancolias escorregando o seio do meu rosto,
Assentado há sombra bananeira, é tão triste o quanto
Se espera, pela sinistralidade que um amor possa ser antigo!
O passado em si prometeu reencontrar nos raios de uma ideia
Vastas pedras caíram duma estrada longínqua,
Mas a verdade, a verdade, promete em si um oceano
Redescoberto o cristal de mulher excepcionalmente linda,
Crescida no coração da cidade.
Desconfio da minha própria sombra.
Desconfio da minha própria sombra.
Olhando sempre para o espelho, me pergunto constantemente
Qual é o verdadeiro sentido da vida?
Deus criar a terra aos olhos da humanidade, das flores cresce
Os aromas para sentir-se a pureza do ar, do chão, sente-se a firmeza
Da vida, da terra cultiva--se os alimentos, da chuva rega-se corações,
Das pedras constrói-se paredes, do céu move-se montanhas,
Das árvores nasce a madeira, e do rio protege-se as margens e os seres
Impensáveis; Desconhecidos pela humanidade.
No entanto, a vida continua, as duvidas serão uma realidade vasta nos nossos
Dias. E se te esqueceres de alguém, esquece alguém que não vejas, que não ames,
Por quem não chores, e se chores que seja por mim.
Não! Não, traias este amor perfeito, não enfeites as vértices da minha testa,
Mas faz crescer nos ângulos do meu corpo as vertentes do meu eterno amor
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